29 de mar. de 2013


20 de mar. de 2013

Um novo estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, sugere que comer frutas e vegetais deixa os jovens calmos, mais felizes e com mais energia para as tarefas diárias. Os pesquisadores Tamlin Conner e Bonnie White, do Departamento de Psicologia, e Caroline Horwath, do Departamento de Nutrição Humana, investigaram a relação entre as emoções diárias e o consumo de alimentos. O estudo foi publicado [...] no British Journal of Health Psychology. Um total de 281 pessoas na faixa dos 20 anos fizeram um diário alimentar na internet durante 21 dias consecutivos junto com um ranking de como se sentiam usando adjetivos positivos ou negativos. Antes disso, preencheram um questionário com detalhes de idade, sexo, etnia, peso e altura. Aqueles com histórico de distúrbios alimentares foram excluídos.
No diário, os voluntários preenchiam cinco questões sobre o que tinham comido a cada dia, com a quantidade de porções de frutas, vegetais (exceto sucos e frutas secas) e outras categorias de lanches, bolos e biscoitos. Os resultados mostraram uma relação diária entre o alto consumo de frutas e legumes e o bom humor.
“Em dias de maior consumo de frutas e vegetais, eles relatavam mais calma, felicidade e energia que o normal. Pessoas jovens precisariam consumir de sete a oito porções de frutas e vegetais por dia para perceber uma mudança significativa”, explica Conner, ressaltando que uma porção equivale a uma do tamanho da palma da mão ou metade de uma xícara.

Eu achava que Schwartsman um cara preocupado com a verdade. Achava. Mas depois de ler o seu último texto, “A religião tem futuro?”, deparei-me com a constatação de que os fatos podem ser distorcidos, isso em um tempo em que esses mesmos fatos podem ser consultados com um clique.

Vejamos, o caro colunista da Folha de S. Paulo começa com uma análise científica segundo a qual, devido ao fato de a crença estar mais associada aos lobos temporais que ao córtex pré-frontal, indicaria isso que a fé, segundo Hélio, seria resultante de emoções, paranoias, delírios ou de qualquer outra coisa que tente diminuir o ato de crer. É como se o crente vivesse 24 horas por dia utilizando somente essa área
específica do cérebro.

Isso me leva aos terríveis experimentos científicos que os nazistas faziam nos judeus esperando que o cérebro de suas vítimas fosse diferente. Ou, ainda, me remete à ideia daqueles que aprovavam e incentivavam a segregação racial e o racismo e que se utilizavam dos mesmos argumentos, de que o cérebro do branco seria maior que o do negro. Será que Hélio espera que no futuro se possa separar os ateus dos crentes pelo tamanho do cérebro? Mesmo que não haja nenhuma diferença?

Note a última linha da segunda coluna: “Isso significa que, enquanto contarmos com uma boa variedade de seres humanos, alguns deles deverão permanecer obstinadamente crentes.” Qual o problema, Hélio? Obstinadamente crente? Oras, eu poderia dizer: Obstinadamente ateu? Olhando para essa frase, percebo que a vida de seu autor consiste em obstinadamente fazer os outros “crer” no que ele “não crê”. Isso não é irônico?

Prosseguindo com a distorção dos fatos, ele diz que a Europa, hoje rica e desenvolvida (sobretudo a Suécia, que ele cita), deve a isso seu ateísmo, que ela “professaria”, mas, como veremos adiante, isso não passa de um mito ateu.

Não me valendo de pesquisas solitárias de Phil Zuckerman, mas do censo do Reino da Suécia, percebi – mas Hélio fechou os olhos para isso – que em 2012 o percentual de suecos que eram membros da Igreja da Suécia era de 67,5%. Segundo o Instituto de Pesquisa da Comissão Europeia, 23% dos suecos são ateus. Os outros 76% acreditam em Deus ou em “algum espírito ou força vital”. Oras, Hélio, você não pode somar os 23% de ateus junto aos 53% que acreditam na espiritualidade ou em uma “força maior”,
já que os primeiros nem acreditam que exista alma ou espírito! Há outras pesquisas que indicam que existem apenas 17% de ateus na Suécia.

Outro mito tem que ver com o grau de desenvolvimento na Suécia e em países pobres, como Bangladesh, Níger e Iêmen. Hélio, você deveria pesquisar mais a fundo e ver que o tipo de sociedade que existe na Suécia, assim como na Noruega, Dinamarca, Holanda e Alemanha, se deve em grande medida à Reforma Protestante que, segundo Max Weber, impulsionou as economias e as liberdades daqueles países. Não foi o ateísmo que os fez se tornarem ricos e pacíficos, foi a Reforma Protestante. O ateísmo chegou depois, de carona com o liberalismo e o secularismo.

Por que você não fala da Coreia do Norte? Comparar países como a Suécia, que tem bases cristãs sólidas, com países nos quais a guerra foi o prato principal, e depois dizer
que a religião é fator básico dessas ocorrências, é ser desleal.

É seguro dizer que os avós dos suecos medianos atuais foram luteranos devotos e seus ancestrais foram fervorosos cristãos dedicados por mais de 800 anos. Os suecos herdaram uma forte tradição ética luterana, incluindo as proibições contra o assassinato e o roubo. Se isso vai mudar quanto mais o tempo passar e a Suécia vai se descaracterizar e se destruir no humanismo secular em outras poucas gerações, teremos que esperar e ver.

Sua última frase, na qual diz que pobreza é questão de sobrevivência, não de opção, só pode vir de cabeças que nunca saíram dos livros de filosofia e foram para os becos e favelas.

(Valderi Felizado da Silva, em reação ao artigo “A religião tem futuro?”, de 19/3/13, publicado na Folha.com)

Leia também: "O cruz credo do Schwartsman" e "Náufragos num mar de cosmovisões"

19 de mar. de 2013

Semana passada, ao assistir no Jornal Nacional à reportagem sobre acusações feitas contra o papa Francisco de ele ter supostamente certo envolvimento com a ditadura na Argentina, pude perceber a “vontade” de inocentá-lo (e não estou dizendo que ele tem culpa). Patrícia Poeta concluiu a matéria com ar de “estão vendo como o papa não tem culpa?”. Desde que foi eleito, Jorge Mario Bergoglio tem contado com a simpatia geral e da mídia, em especial – principalmente a brasileira. E as semanais provam isso. A revista Veja desta semana destaca a humildade de Francisco (e a escolha não ocasional de seu novo nome) – “Acessível a todos, Francisco é lembrado por sua humildade”.

A revista traz, entre outros, o depoimento do jesuíta Mario Rausch, de 60 anos, que trabalha na Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel, da qual Bergoglio foi professor e reitor: “Estou convencido de que Bergoglio aceitou enfrentar esse desafio ao reconhecer que essa não é apenas uma decisão dos cardeais, mas uma decisão de Deus, a que não se pode dizer não. Sabemos que não vai ser fácil enfrentar os problemas por que passa o Vaticano hoje. Mas acreditamos que o papa Francisco fará um bem enorme à Igreja. E nós, jesuítas, nos colocamos à diposição para acompanhá-lo nesse novo caminho.”

Hoje o papa celebrou sua primeira missa de domingo, em uma pequena paróquia do Vaticano e não na basílica de São Pedro. Segundo Veja, antes de entrar na igreja, Francisco cumprimentou os devotos que se aglomeravam do lado de fora, gritando “Francesco”, seu nome em italiano. No fim da missa, ele esperou do lado de fora da igreja e saudou as pessoas que saiam, como faz um padre. Pediu a várias pessoas que orassem por ele.

A revista IstoÉ publicou: “Dentre suas paredes milenares, a Igreja abalada por uma crise sem precedentes... esperava a escolha de seu líder. Na praça, o rebanho orava com fé e esperança. Estava prestes a surgir um papa novo para um novo mundo [um papa para o mundo?!]. E ele veio, humilde, e pediu a bênção dos fiéis.” Mais apoteótico e ufanista, impossível. Mas tem mais: “Eis o primeiro papa latino-americano da história, o primeiro não europeu em quase 1.300 anos. Eis o primeiro jesuíta a sentar-se no trono de Pedro. Eis o primeiro a adotar, para comandar a Igreja Católica, o nome Francisco. Eis o início de uma era, a era franciscana.” [Uma nova era?!]

A reportagem com tons quase literários, traz ainda o seguinte: “Enfim, o pontífice solta a voz e a chama da mudança, tão necessária para a alquebrada Igreja Católica, acende com suas palavras, espantando a garoa fina que cai sobre o Vaticano. ‘Fratelli e sorelli, buona sera.’ Um pastor que diz boa noite a seu rebanho é um papa ‘do fim do mundo’, como ele próprio se definiu – com o arremate de um sorriso afetuoso, que definitivamente conquistou os cristãos presentes à praça. ‘É um homem santo’, ouvia-se. Se ainda havia tensão, pela espera da fumaça branca; espanto, pela rapidez da escolha, em 26 horas e cinco escrutínios, e pelo anúncio do nome improvável; e, para muitos, decepção, por não ser um italiano depois de 35 anos, tudo havia se dissipado naquele momento. [...] A barca de Pedro está atualmente em águas tão tormentosas que os príncipes do Vaticano preferiram entregar sua direção para uma figura que lhes dê total segurança. [...] Com a saída de Bento XVI e a assunção de Francisco, o Vaticano troca um intelectual por um homem das ruas, um pastor. A teoria e a doutrina cedem espaço à prática evangelizadora.”

Tudo indica realmente que esse novo papa caiu na simpatia popular e da imprensa. Todos têm destacado sua simplicidade e potencial evangelizador, justamente do que a Igreja Católica mais precisa nestes tempos em que a perda de fieis tanto preocupa seus líderes.

O potencial ecumêmico de Francisco também é grande, haja vista a declaração sinalizadora do conhecido líder evangélico pastor Rick Warren. Em seu Twitter, ele escreveu: “Bem-vindo, papa Francisco. #HabemusPapam Você tem nossas orações.”

O presidente norte-americano também se manifestou, dizendo: “Estou ansioso para trabalhar com Sua Santidade para fazer avançar a paz, a segurança e a dignidade dos nossos companheiros seres humanos.”

Na próxima terça-feira, dia 19, será realizada a missa de inauguração do pontificado de Francisco. O governo italiano espera que mais de um milhão de pessoas compareçam à Roma para acompanhar a cerimônia. SegundoVeja, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, confirmou presença, assim como a presidente brasileira, Dilma Rousseff, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o vice-presidente americano, Joe Biden.

Como se pode ver, da “ferida mortal” (Ap 13:3) causada pelo poder napoleônico em 1798, não resta sequer cicatriz. Com o novo papa, a influência da Igreja Católica nos rumos do mundo só tende a crescer, conforme anteviu Ellen White, há mais de cem anos:

“‘Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta’ (Ap 13:3). A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: ‘A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta.’ Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento (2Ts 2:8). Até mesmo ao final do tempo prosseguirá com a sua obra de engano. E diz o escritor do Apocalipse, referindo-se também ao papado: ‘Adoraram-na todos os que habitam sobre a Terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida’ (Ap 13:8). Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma [...] A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou” (O Grande Conflito, p. 579, 580). 

O teólogo Sérgio Santeli aponta três evidências da cura da ferida:

1) Desde a assinatura do Tratado de Latrão, em 1929, quando a Santa Sé passou a ser reconhecida como um estado independente, 176 países já estabeleceram relações diplomáticas com a Sé papal.

2) Após a publicação do documento final da 5ª Conferência Episcopal da América Latina e do Caribe (Celam), realizada de 13 a 31 de maio em Aparecida do Norte, SP, a mídia divulgou que Bento XVI viu “com particular apreço as palavras que exortam a dar prioridade à Eucaristia e à santificação do Dia do Senhor nos programas pastorais”, contidas nesse documento.

3) O Vaticano divulgou um documento no qual afirma que “fora da Igreja Católica não há salvação”. Por meio desse documento, o Vaticano demonstra explicitamente qual é sua verdadeira intenção, ou seja, readquirir a supremacia mundial perdida no fim da Idade Média. Segundo o próprio Vaticano, só assim “poderá chegar à unidade de todos os cristãos ‘em um só pastor’ (Jo 10:16) e sanar essa ferida que ainda impede à Igreja Católica a realização plena de sua universalidade na história”.

Eu acrescentaria um quarto ponto:

4) A simpatia e a simplicidade (aliadas à tenacidade e persistência de um jesuíta) de Francisco podem ser de grande valia nesse propósito, embora o mundo extasiado e embevecido com a escolha do novo papa mal se dê conta de todos os interesses por trás das aparências e do espetáculo.

Assim como a IstoÉ mencionou, a revista Época, em uma de suas reportagens especiais da edição deste domingo (que dedica 48 páginas ao assunto), trouxe o título “O papa do fim do mundo”. Bergoglio se referiu à sua origem argentina, mas bem que podia estar se referindo a outra coisa...

Michelson Borges 

Nota: Fico pensando o que seria de outra igreja que tivesse um banco, e que esse banco estivesse sendo acusado de corrupção... A imprensa "cairia de pau". Fico pensando também o que seria de qualquer outra igreja com tantos líderes condenados por pedofilia... A imprensa "desceria o verbo". Mas há outro aspecto, e sobre esse nem preciso pensar muito, pois o contraste é gritante: Bergoglio disse certa vez que "o casamento gay é um movimento do diabo". O pastor evangélico Silas Malafaia não chegou a tanto, embora seja bastante contundente em suas declarações, mas quem foi "detonado" pela mídia? Isso mesmo, o pastor. Por que a instituição papal é tão suave e desproporcionalmente criticada e tão poupada? Porque "todo o mundo ficou maravilhado" (Ap 13:3, NVI) com o espetáculo midiático proporcionado pelo papado e sua influência crescente. A conivência da imprensa salta aos olhos (no Brasil, tem até emissora parecendo "assessora direta do Vaticano"), mas isso também é profético.[MB]

Leia também: "Francisco: o primeiro papa jesuíta" e "O último papa"

Postado por Michelso

13 de mar. de 2013

Uma das formas de fazer evangelismo na web é através do serviço de grupo de oração. Este estilo de serviço atinge pessoas que estão precisando de ajuda para solucionar algum tipo de problema.

Você pode participar sendo um intercessor destes pedidos e também aproveitar a oportunidade para enviar uma mensagem de conforto ou animo. Pode ser uma excelente forma de ajudar o próximo a conhecer Jesus.

Normalmente este serviço possui pelo menos duas opções. Um formulário para o internauta fazer o seu pedido de oração e outro formulário para os internautas que desejam orar pelos pedidos de oração que são enviados para o grupo.

Você também pode criar seu próprio grupo de oração de uma forma mais simples através dos sistemas de grupo de e-mails estilo o Yahoogrupos ou criar um grupo em uma rede social estilo o Facebook.

O site Comunique Jesus participa e apoia o grupo de oração formado pelo projeto Biblia Online e você também pode fazer parte deste grupo sendo um intercessor ou enviando seus pedidos de oração. Mais informações em www.bibliaonline.net.

Participar de um grupo de oração é uma excelente opção de evangelismo na web. O internauta que deseja fazer evangelismo por esse estilo de serviço participa mais ativamente, pois além de orar intercedendo pelos pedidos, pode interagir com quem solicitou um pedido de oração. Neste caso em vez dele ir atrás de um amigo pra comunicar Jesus, ele recebe um pedido de alguém que precisa de Jesus.
Bergoglio, agora papa Francisco I, nasceu em 17 de dezembro de 1936 na capital argentina, filho dos italianos Mario Bergoglio, um funcionário ferroviário, e Regina. Ele cresceu na capital argentina, onde começou a estudar e se formou como técnico químico, mas pouco depois escolheu o sacerdócio, decisão que o levou ao seminário do bairro portenho Villa Devoto. O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, é o primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo é entregue a um membro da Sociedade de Jesus. Ele obteve ao menos 77 votos dos 155 cardeais de todo o mundo que participam desde terça-feira (12) do conclave, na Capela Sistina, no Vaticano. O conservadorismo do novo papa é conhecido por declarações contra o aborto e a eutanásia. Além disso, embora ressalte que homossexuais merecem respeito, Bergoglio é contra o casamento gay.
Veja o que  autoridades dizem no programa Especial Novo Tempo – Roma: entre a cruz e a espada  
Link para acesso:  http://migre.me/dF5NX
O papado e a volta de Jesus
O período dos 1260 anos se refere à grande perseguição profetizada por nosso Senhor (Mateus 24: 15-22). Quando Cristo se ergueu da sepultura, tornou-se então o legítimo representante desse mundo. Sua morte reconciliou o mundo com Deus, e o acusador, o diabo, não tem mais direito algum sobre ele. Não admira que uma exclamação de triunfo fosse ouvida no céu! E mais, os habitantes do céu falam do diabo como “acusador de nossos irmãos”. Os anciãos sabiam alguma coisa de seu poder, pois também eles tinham-no enfrentado em combate mortal. O acusador e enganador fora finalmente lançado fora de seu lugar de usurpação, e Cristo, o segundo Adão, tornou-se nosso representante.
Agora é revelada a causa oculta das grandes lutas da igreja. O diabo, sabendo que perdera a batalha contra Deus, e reconhecendo que lhe resta pouco tempo, está agora concentrando todo o seu poderio contra os seguidores de Cristo. Ao profeta foi mostrado este inimigo de Deus e do homem perseguindo a mulher – a igreja. Até a morte de Cristo, Satanás estava ansioso por reunir outros mundos em torno de si para rebelião contra Deus. Mas agora ele está derrotado. Assim ele transfere toda a sua energia para o combate à igreja. Para escapar aos ataques do inimigo, a igreja foge para o deserto, para um lugar que Deus lhe preparou, e aí é sustentada por 1260 dias proféticos, ou anos. Este período é mencionado sete vezes em Daniel e no Apocalipse: (1) Daniel 7:25; (2) Daniel 12:7; (3) Apocalipse 11:3; (4) Apocalipse 11:3; (5) Apocalipse 12:6; (6) Apocalipse 12:14; (7) Apocalipse 13:5.
Começou como já vimos, com o decreto de Justiniano em 538 A.D., e terminou com o fim do domínio papal em 1798. Lugares ermos como os vales do Piemonte e as sólidas montanhas dos Alpes e mesmo a América recém descoberta, tornaram-se um céu de refúgio para o perseguido povo de Deus. Em Apocalipse 12:15 lemos: “A serpente lançou de sua boca , atrás da mulher, água como de um rio.” Água em profecia representa povo: (Apocalipse 17:15). Durante a supremacia papal, diferentes povos foram usados no esforço de destruir o fiel e verdadeiro povo de Deus. As páginas da História estão manchadas com sangue de amargas perseguições e impiedosos massacres. Tudo isto não foi em vão; ao contrário, “o sangue dos mártires foi semente da igreja”.
O céu rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho”. (Apocalipse 12: 11). O profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para destruir a igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a mulher. Com efeito, um dilúvio de falsos ensinadores saturados de evolucionismo e filosofias humanas tem-se levantado para opor-se à verdade de Deus. Isto tem sido especialmente desde o fim dos 1260 anos. A água vinha da boca da serpente. O que não logrou por meio de exércitos de falsos educadores. A propaganda mentirosa e “falsamente chamada ciência”(1 Timóteo 6:20) alcançará o seu clímax na batalha final contra a verdade.
Para fazer frente a esse novo ataque, “a terra abriu a sua boca”. Através dos séculos a terra tem ajudado a mulher, providenciando refúgio para o perseguido povo de Deus. Mas esse novo ataque vindo da boca da serpente tem sido derrotado de outro modo. Um século atrás veio à existência a nova ciência da arqueologia, e das cidades sepultadas no passado, as evidências se acumularam provando a Bíblia e confirmando a exatidão dos seus registros. Maravilhosas descobertas nos campos da Arqueologia, da História e da Geologia robusteceram e vindicaram a palavra de Deus. A pedra de Rosetta, descoberta em 1799, tornou-se a chave do passado, permitindo aos estudiosos aprenderem as línguas do Egito, desse modo abrindo ao conhecimento toda a história do passado. Milhares de descobertas tem sido feitas em confirmação com a História bíblica. A terra tem aberto, sem dúvidas, a sua boca, e as próprias pedras estão clamando aos ouvidos dos cépticos: “A tua palavra é a verdade”.
A maior e final tentativa de Satanás será feita contra a própria última igreja chamada neste capítulo “o resto da sua semente”. Estes entes leais, obedientes aos mandamentos de Deus e possuindo “o testemunho de Jesus, permanecem como fiéis testemunhas. “Desde o início do grande conflito no céu, tem sido a intento de satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o criador e sendo expulso do céu, continuou a mesma luta na terra. O último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”.
Em toda grande crise da história Deus tem tido fiéis servos cuja obediência a ele era mais preciosa do que a vida. O profeta Isaías, escrevendo num tempo em que a verdade estava sendo comprometida, falou dos que eram leais a Deus como sendo o seu “remanescente’ (Sofonias 3:12,13; Miquéias 4:7.) Na última grande crise do século, Deus terá um “remanescente” leal que por sua graça permanecerá firme pela verdade e pela justiça. João descreve este remanescente como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus”, testemunho este que o anjo declarou ser “o espírito de profecia”. (Apocalipse 12:17; 19:10). Por meio de sua palavra e os conselhos de seu Espírito, Deus está, mesmo agora, preparando esse “remanescente” para estar de pé “no dia mau”, quando os principados e potestades e “os príncipes das trevas deste século” farão seu último ataque à igreja. (Efésios 6:12,13 – 2 Tesssalonicenses 2:9-13).
É por meio do “remanescente” que Deus está dando sua última mensagem de misericórdia ao mundo e revelado ao mesmo tempo as maquinações do “homem do pecado”, cujo sistema de falsificação da salvação tem obscurecido o glorioso evangelho de Cristo e sua graça salvadora. A igreja que “está aguardando a vinda do senhor” “nenhum dom lhe falta”, diz o apóstolo Paulo. (1 Corintios 1:7). Deus tem seus servos em todas as partes da terra. Estes está Ele reunindo por meio do poder do evangelho eterno que é proclamado para “toda a nação , e tribo, e língua e povo “. (Apocalipse 14:6). Isto é claramente expresso na seguinte citação de Ellen White:
“Entre os habitantes do mundo , espalhados por toda terra , há os que não tem dobrado os joelhos a  Baal . Como as estrelas do céu , que aparecem à noite, esses fiéis brilharão  quando as trevas cobrirem a terra , e densa escuridão os povos . Na África pagã , nas terras católicas da Europa e da América do sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os recantos da terra , Deus tem  em reserva um firmamento de escolhidos que  brilharão em meio às trevas , revelando claramente a um mundo apóstata  o poder transformador da obediência a sua lei” (Profetas e Reis , pp. 188, 189).
Quando o paganismo invadiu a igreja, trouxe consigo apenas as suas vestimentas e os mistérios, mas também o seu espírito de intolerância. Quando o homem cessa de agir por amo , recorre à força. A igreja perdeu sua missão no mundo. Quando a primeira igreja começou a perder o seu “primeiro amor”, perdeu também a sua visão. Quando entrou na política, caiu de seu elevado estado espiritual. Em vez de continuar como um poderoso movimento missionário preocupado apenas em levar as boas novas de salvação a todos os homens em todos os lugares, ela começou a transformar-se numa grande instituição financeira, com declarado objetivo de reger as nações. Em vez, pois, de almejar a volta de Cristo, acompanhado por seus anjos, com poder e grande glória, como a consumação de suas esperanças, esta igreja apóstata começou a ensinar que sua missão ao mundo era estabelecer-se com liderança política no mundo mediante um assim chamado governo espiritual, introduzir o reino de Deus na terra.
Este conceito da igreja e seu trabalho foi uma completa inversão da mensagem apostólica. O livro de Santo Agostinho “A Cidade de Deus”, interpreta Apocalipse 20 de modo que signifique o domínio da igreja sobre as nações. Nos dias dos apóstolos, a igreja fez tremendas conquistas espirituais, verdadeiramente ela “saiu vencendo e para vencer”. Sobreveio, porém, uma mudança. Paulo falou desses acontecimentos como de uma “apostasia”, a qual , ele disse, daria surgimento ao homem do pecado, que exaltaria a si mesmo no templo de Deus, declarando-se Deus, e que sob o disfarce do cristianismo, corromperia a verdade e se oporia a quem quer que dele dissentisse, segundo. (Tessalonicenses 2:3,4).
O declínio do poder espiritual dentro da igreja estabelecida não foi de súbito. A história da igreja mostra os passos trágicos que finalmente puseram a autoridade civil e religiosa numa só mão. Papas sedentos de poder arrogaram-se o título de “substituto de Deus na terra”, assim usurpando as prerrogativas da divindade. Arrogando-se sucessores de Pedro, pretendiam autoridade, não sobre a igreja apenas, mas sobre todo o mundo. Inocêncio III, por exemplo, (papa de 1198 – 1216), escreveu que “assim como o sol e a lua estão postos no firmamento, o maior como luz do dia, e o menor para iluminar a noite, há dois poderes na terra: o maior, o pontifical e o menor, o real”. Propondo reis e depondo reis, os pontífices tinham aí o seu passatempo. Pisoteando os direitos da consciência, esses governantes medievais dominavam príncipes, estados e parlamentos, compelindo a submissão por meio do mais terrível engenho da tirania, a Inquisição. Maquinandoe esquematizando para ganhar mais poder, esta igreja dominante continuou a destruir “os santos do Altíssimo”, e a atentar contra a lei de Deus. (Daniel 7:25). Isto devia continuar por 42 meses.
Este período profético, já foi por João introduzido cinco vezes em três diferentes modos, enquanto Daniel dele fala duas vezes. O método de expressão usado por João como por Daniel é “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. (Apocalipse 12:14; Daniel 7:25; 12:7). Um “tempo” é modo hebreu de expressão para um ano. (Daniel 14: 16; 11: 13). A conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano ou 360 dias, dois “tempos” seriam iguais a dois anos” ou 720 dias, meio “tempo” igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias. A expressão “42 meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias  (proféticos), assim 42 meses multiplicado por 30, daria 1260 dias ( anos). Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa um ano. Começando com o decreto de Justiniano 538 A.D., o período nos leva a 1798 . Dois séculos e meio antes desta data significativa, a Europa estava .sendo assolada por uma revolução de idéias oriundas especialmente da reforma protestante. Nação após nação sacudia sua subserviência a autoridade eclesiástica.
A profecia bíblica predisse não apenas o surgimento do papado, mas também sua queda. Este poder que pretendia falar em nome de Cristo estava na realidade falando contra ele. Todos os reformadores, sem exceção, falaram dessa igreja apóstata como o “anticristo”. A palavra “anti” significa “contra, rivalidade ou suplantação”. O papismo preenche ambas as ideias, como os fundadores da reforma do século XVI tão habilmente mostraram. Mas o poder arrogante e blasfemo estava se aproximando do fim do período que lhe foi permitido dominar, e os acontecimentos políticos estavam trabalhando para o seu colapso. Napoleão, uma das mais poderosas figuras da História, começou depressa a mudar a face da Europa. Foi durante as guerras Napoleônicas que a cabeça papal dessa besta heterogênea foi “como que ferido de morte”. Verso 3. “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto”. Verso 10. Em 1798, o General Berthier, de modo algum um general forte, aprisionou o papa Pio VI. Este papa ficou exilado até sua morte, um ano depois. Durante esse tempo não houve papa reinante. Com que notável precisão cumpriu-se de modo cabal o período profético de 1260 anos!
João, porém, não predisse apenas que essa cabeça seria ferida e levada ao cativeiro, mas declarou que sua ferida mortal seria curada. Então, disse ele, “todo o mundo se maravilhou após a besta” (Verso 3) – Predição esta sobremodo notável. Quando a Itália foi unificada sob a revolução de Garibaldi (1866 – 1870), a igreja foi privada até de suas terras, ficando o papa como o virtual prisioneiro no Vaticano. 59 anos mais tarde , em 11 de fevereiro de 1929, a famosa concordata assinada por Mussolini e o cardeal Gaspar, restaurou parte das terras, sendo que a partir daí o papa voltou a ser contado entre os soberanos da terra. O relator oficial da igreja descrevendo este histórico acontecimento, disse: “estamos testemunhando agora o significado deste documento. Ao fluir a tinta dessa pena, estará sendo curada a ferida de 59 anos”.
Até o observador mais casual é compelido a reconhecer o rápido crescimento e o prestígio internacional em poder da igreja católica Romana. Ela exerce nos negócios do mundo hoje uma influência maior do que em qualquer outro tempo de sua longa e movimentada história. E essa influência está sendo cada vez mais sentida nos Estados Unidos. Ao identificar esse poder perseguidor, seria bom ficar claro, que não podemos ter nenhuma espécie de preconceito ou hostilidade contra pessoas, suas crenças ou sua denominação. Jesus quer salvar a todos, e o nosso dever como cristãos, é aceitá-los com o amor de Cristo, procurando orientá-los com toda humildade e afeição.
Palavra oficial
Como adventistas, amamos a volta de Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto. Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo da vinda de nosso Senhor” (Eventos Finais, p. 32).
A marcação de datas não é plano de Deus. Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso, causam confusão e incredulidade’ (Ibidem, p. 32). Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:
1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder, resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo” (Ibidem, p. 30).
2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,
3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparo deixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento (Ibidem, p, 31).
4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.
5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas têm sua provisão para qualquer tempo.
6. Acaba havendo confusão. Os constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.
7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito “profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e fortalecer a fé.
Publicado em , por J.Washington 

8 de mar. de 2013



E ela nasceu grande. Linda. Incomparavelmente bela. Perfeita.
Ao vê-la, extasiado e absurdamente surpreendido, ele só conseguiu poetizar, ecoando sua voz por todo o jardim:
“Finalmente! Até que enfim! É carne da minha carne, é osso dos meus ossos. É minha!”
Foi o presente do final da tarde. Do começo da noite. De uma vida juntos por quase mil anos.
Eva. A primeira. A mãe de todos nós.
Do paraíso para as lutas duras da vida. TPM, gestação, parto, filhos, filhas, netos, bisnetos, tataranetos…
A semente. Sim, o descendente!
A esperança inextinguível de um dia voltar para o Éden restaurado.
A certeza da esperança! Que precisa permanecer viva em sua mente e coração, mulher do século 21!
Parabéns pelo seu dia!!!!
POR AMILTON MENEZES
O evangelismo da Semana Santa se realiza cada ano por ocasião da celebração da páscoa cristã, aproveitando o momento de contrição pela semana da paixão de Cristo, celebrada pelos cristãos.

Procure uma Igreja Adventista ...








Com certeza você já ouviu falar de pessoas que tem medo de se casar.
Os indivíduos costumam transitar de um relacionamento para o outro e sempre que o negócio fica mais sério, caem fora.
Por que isso acontece? Essas pessoas precisam de ajuda?

Nem sempre iremos gostar das coisas que as pessoas fazem, mas podemos escolher amá-las mesmo assim.
Amar e gostar nem sempre são sinônimos, amar é muito mais romance e o ingrediente principal é o compromisso.

6 de mar. de 2013

dormirO rapaz partiu do Rio de Janeiro para Belo Horizonte à meia-noite. Dirigiu quase sem parar e quando o sol já despontava, encontrava-se apenas a 500 metros de casa. Foi aí, quase sem perceber que “cochilou” e quando acordou estava no hospital. Visitei-o e me pareceu engraçado seu lamento. “Se ao menos tivesse sofrido o acidente na estrada, mas não, tinha que ser praticamente na porta de casa! Como pode?”
As virgens da parábola [Mateus 25:4 e 5] ficaram acordadas a noite toda e o noivo não chegou. De repente “foram tomadas de sono e adormeceram”. Que fatalidade!
De que adiantou ficarem acordadas tanto tempo, se no final adormeceram?
Outro dia conversei com uma pessoa que foi membro da igreja por 40 anos. Foi um grande líder, um homem que levou muitas pessoas ao conhecimento de Jesus, um conselheiro, uma inspiração para outras pessoas, mas, adormeceu por essas coisas que a vida tem e hoje parece insensível à voz de Deus.
Quarenta anos de vida desperdiçados? Talvez não, porque a vida cristã de alguma maneira deu significado a sua existência. Todo esse tempo, mas, por que adormecer perto do fim? Como adormecem as pessoas? Como é que as lâmpadas ficam sem azeite? A resposta do noivo é “não vos conheço”. “Senhor, como pode dizer isso se nós éramos membros da igreja, tínhamos cargos, cantávamos no coral e participávamos de todas as atividades?” Mas a resposta do noivo é firme: “Não vos conheço”.
Pessoas que adormecem na vida espiritual e ficam sem azeite, são pessoas que não vivem uma vida de comunhão diária com Jesus. O azeite é símbolo do Espírito Santo. Como é que Deus dá Seu Espírito a Seus filhos? É através da busca diária, através do estudo da Bíblia e da oração, abrindo o coração e dizendo: “Senhor, habita em mim”. Pessoas que fazem isto cada dia, são cheias do Espírito Santo e nesse convívio maravilhoso conhecem cada vez mais a Jesus e são conhecidas por Ele.
Estas pessoas não temem o passado porque estão escondidas em Cristo, não temem o presente porque o poder de Deus as capacita para as grandes obras de vitória, e não temem o futuro porque a volta de Cristo é para elas o encontro pessoal com o Amigo e Salvador de todos os dias.
 (Escrito pelo Pr. Alejandro Bullon)

O jornalista Michelson Borges faz uma análise muito oportuna a respeito da polêmica levantada por um grupo de religiosos após entrevista concedida pela cantora Paula Fernandes. A artista falou sobre suas crenças no espiritismo, ressaltando que repeita todas as religiões e as escolhas de crença de cada pessoa. Mesmo assim, a cantora tem sido alvo de críticas em uma polêmica gerada por seguidores de uma denominação religiosa. Michelson Borges aponta alguns paradoxos nesse processo de julgamento levantado pelo grupo contra Paula Fernandes.
Subscribe to RSS Feed Follow me on Twitter!