11 de fev. de 2013


É a primeira vez, desde a Idade Média, que um papa renuncia ao cargo. O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415. Bento XVI é o sexto Papa a renunciar ao cargo. O líder católico disse em um comunicado que está “plenamente consciente da dimensão do seu gesto” e que renuncia do cargo por livre e espontânea vontade. Um dos motivos da renúncia seria sua idade avançada. O pontífice completa 86 anos em abril deste ano. Joseph Ratzinger foi o primeiro alemão a ser nomeado Papa desde o século 11.
“Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério Petrino”, disse o Papa em comunicado. Veja na íntegra, no fim deste post. Em diversas ocasiões, ele se manifestou contra métodos anticoncepcionais, o aborto e o casamento gay. (Veja, no final desta publicação, nossa opinião sobre assuntos polêmicos como decreto dominical e marcação de data para a volta de Cristo).

O pontificado de Bento 16 começou em abril de 2005 e passou rápido. Segundo informações do jornal espanhol El País, um dos grandes favoritos para suceder Bento 16 é o italiano Angelo Scola, arcebispo de Milão, ex-patriarca de Veneza e membro do movimento ultracatólico Comunhão e Liberação.
“Nos pegou de surpresa”, afirmou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Segundo ele, o papa tomou sua decisão com “grande coragem e determinação”, “consciente dos problemas que a igreja enfrenta atualmente”.
“Eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005″.
Georg Ratzinger, irmão do Papa Bento XVI, disse nesta segunda-feira (11) à France Presse que sabia “havia alguns meses” que o pontífice planejava renunciar ao cargo, por conta de sua idade avançada.
Com a saída do Joseph Ratzinger, surgem algumas indagações sobre o futuro do catolicismo e as profecias do fim do fim. Qual será a estratégia da Igreja Católica para se recuperar de tantas perdas nos últimos 8 anos? Como reagir ao forte e rápido crescimento dos evangélicos, principalmente no Brasil? O título deste artigo e as perguntas apresentadas devem provocar uma reflexão e maior busca da Verdade Bíblica. Agora vamos falar um pouco sobre um ponto da fala do líder católico. Haveria mesmo um sucessor de Pedro?
Quem foi o primeiro papa? Quem está com a verdade? Quem manda na Igreja?

Joseph Ratzinger vai dedicar-se a oração.
A Igreja católica preparou uma relação de papas, em que o apóstolo Pedro aparece como sendo o primeiro. Contudo, a história e a Bíblia não sustentam esta pretensão. Foi no quarto século de nossa era que mudanças aconteceram na política da Igreja primitiva, quando foram introduzidos conceitos metropolitanos e patriarcais no sistema episcopal. Havia quatro principais pretendentes a liderança da Igreja – os bispos de Roma, Constantinopla, Antioquia e Alexandria – sendo Roma e Constantinopla os predominantes.

A transferência da sede do governo imperial para Constantinopla, em 330 AD, contribuiu pesadamente para dar o primado ao bispo de Roma, porque agora era a figura mais importante na capital ocidental – Roma. O bispo de Roma, no trono dos Césares, se tornou o maior homem do Ocidente e logo foi forçado (quando os bárbaros invadiram o império) a tornar-se o chefe político e espiritual. Nascia um novo império eclesiástico – a união da Igreja Católica com o governo civil de Roma, tomando a forma da gigantesca Igreja Romana.
A última doação do imperador Constantino, entregando ao papa Silvestre o palácio imperial e a insígnia, e ao clero os orçamentos do exército imperial, representa, sem dúvida, uma transferência de poder. A igreja deixava de ser peregrina, perseguida e estrangeira, para se estabelecer como uma das mais poderosas organizações da Terra. É a partir daí que o papado adquire, formalmente, as suas características definitivas. Por isso, Silvestre (314 – 335 AD) pode ser considerado o primeiro papa.
A Igreja Católica toma a passagem de Mateus 16:13-20, como base para sua pretensão de que Pedro recebeu de Cristo uma posição de liderança da Sua Igreja, se tornando assim o primeiro papa. Esta declaração de Cristo, “sobre esta pedra”, tem sido interpretada de várias formas:
1º – a pedra simbolizando Pedro.
2º – a pedra simbolizando a fé que Pedro demonstrou em Jesus.
3º – a pedra simbolizando Cristo.
Nós podemos chegar a uma conclusão inequívoca quando pesquisamos a Palavra de Deus em busca da verdade sobre este assunto, especialmente nos escritos dos apóstolos que ouviram pessoalmente esta declaração de Jesus. O próprio Pedro jamais se referiu a si mesmo como sendo esta pedra, mas de forma clara e consistente, ele diz que esta pedra representa Cristo. Ele chega ao ponto de dizer que não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos, a não ser através desta Pedra, rejeitada pelos homens (Atos 4:8-12; I Pedro 2:4-8).
O nosso Senhor usou várias vezes este símbolo da pedra referindo-se a Si mesmo (Mat. 21:42; Lucas 20:17-18). Em outras partes da Bíblia encontramos diversas passagens que relacionam a pedra como um termo específico para Deus (Deut. 32:4; Salmos 18:2 e outros). Isaías 32:2, fala da grande Rocha em terra sedenta e da Pedra preciosa, angular, solidamente assentada (Is. 28:16). Em (I Cor. 10:4), Paulo diz que esta Pedra era Cristo (ver também II Samuel 22:32; Salmos 18:31). Jesus também se referiu a Pedra como sendo a Sua Palavra, a qual é o único alicerce seguro para o homem (Mateus 7:24-25), e que Ele é a Palavra Viva (João 1:1; Marcos 8:38; João 3:34; 6:63,68; 17:8).
Paulo claramente afirma que Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11). Pedro também diz que Cristo é o fundamento (a Rocha) sobre o qual construímos o templo espiritual como pedras vivas, ou tijolos, (ver Efésios 2:21; I Pedro 2:4-8). Quando Pedro fez sua declaração de fé, o fez em nome de todos os demais discípulos, pois a pergunta havia sido feita para o grupo. Nenhum dos discípulos jamais entendeu que Jesus estava concedendo a Pedro uma distinção especial entre eles. Tanto é que continuavam discutindo sobre quem seria o maioral entre eles. Caso Jesus tivesse dado a Pedro uma posição de liderança não haveria mais motivo para tanta discussão.
Os escritores do Novo Testamento jamais fizeram menção de qualquer autoridade revestida sobre Pedro, muito pelo contrário, pois em várias ocasiões Pedro foi publicamente advertido por eles.
Os pais da Igreja, como Augustinho e Crisóstomo, jamais aceitaram a idéia de Pedro como sendo o chefe supremo da Igreja. O historiador Eusébio, cita uma declaração de Clemente de Alexandria, na qual ele afirma que no concílio de Jerusalém, Pedro, Tiago e João não disputavam pela supremacia da Igreja, mas que escolheram Tiago o Justo, para ser o líder entre eles (ver Atos 15).
Como então se deve interpretar esta passagem? Na língua grega existem dois termos para pedra: 1º – “petra” que significa uma enorme massa de rocha, a qual além de ser grande, é fixa ou imovível; 2º – “petros” que significa uma pequena pedra, ou um pedregulho.
Assim podemos dizer que Cristo se dirigiu a Pedro desta forma: Tu és “petros” (pedregulho) e sobre esta “petra” (rocha, se referindo a Si mesmo), construirei a minha Igreja. Na parábola registrada em Mateus 7:24-27, Cristo diz que o homem sábio constrói sua casa sobre a Rocha, e que qualquer edifício construído sobre “Pedro”, ou sobre um homem falho como este discípulo, era mesma coisa que construir sua casa sobre a areia. Uma edificação sobre a Rocha sofreria tantas mudanças como as que aconteceram ao longo da história? A lista de ‘papas’ parece interminável. A Igreja de Cristo deve ficar edificada sobre Ele e não sobre homens.
O Brasil, considerado o país com o maior número de católicos, conta com cinco cardeais candidatos: o atual presidente da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, de 75 anos; o arcebispo emérito de São Paulo, Cláudio Hummes, de 78 anos, e o arcebispo dessa mesma cidade, Odilo Scherer, de 63 anos e ainda João Braz de Aviz, de 65 anos, e o arcebispo de Salvador, Geraldo Majella Agnelo, de 66 anos.
COMUNICADO
Queridos irmãos,
Eu convoquei vocês para esse Consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicá-los de uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério Petrino. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua essencial natureza espiritual, deve ser realizado não só com palavras e ações, mas não menos com orações e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de profunda relevância para a vida da fé, de modo a governar a casa de São Pedro e proclamar o Evangelho, ambas as forças mental e de corpo são necessárias, forças que em mim nos últimos meses se deterioraram a um ponto que eu tenho de reconhecer minha incapacidade para cumprir adequadamente o ministério a mim confiado. Por esta razão, e totalmente ciente da seriedade do ato, com toda a liberdade eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005, de maneira que, a partir das 20h do dia 28 de fevereiro, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, estará vaga e um Conclave para eleger o novo Sumo Pontífice deverá ser convocado por aqueles competentes para isso.
Queridos irmãos, eu os agradeço com muita sinceridade por todo amor e trabalho com o qual vocês apoiaram o meu ministério e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, confiemos a nossa Santa Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar que sua sagrada Mãe Maria para que ela ajude os Padre Cardeais com a sua solicitude materna na eleição do novo Sumo Pontífice. Em relação a minha pessoa, eu desejo também devotadamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro através de uma vida dedicada a orações.
Bento XVI
Como adventistas, amamos a volta de Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto. Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo da vinda de nosso Senhor” – Eventos Finais, pág. 32.
A marcação de datas não é plano de Deus. Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso, causam confusão e incredulidade’.’ -Ibidem, p. 32. Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:
1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder, resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo.”Ibidem, p. 30.
2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,
3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparo deixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento - Ibidem, p, 31,
4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.
5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas têm sua provisão para qualquer tempo.
6. Acaba havendo confusão. Os constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.
7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito “profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e fortalecer a fé.
Pr. Erton Kohler
Líder da Igreja Adventista do 7º Dia na América do Sul

Lembre-se:
Vemos nos livros históricos que foi o Catolicismo que “perseguiu a mulher” – a igreja pura – por 1260 anos! A Bíblia e a história, “de mãos dadas”, nos dão a “chave” para a interpretação das profecias. Não há como ter dúvidas de que Daniel 7 (chifre pequeno) e Apocalipse 13 falam de Roma papal. É importante destacar que a “besta” não é “um papa”, mas o sistema papal como um todo.
É errado pegar o nome de um papa e “procurar” nele o 666. Lembra-se da época em que “acharam” o 666 no nome de João Paulo II. Como ele poderia ser a besta se hoje já está morto? Percebeu o problema? É por isso que a ‘besta’ é o sistema e não uma pessoa em si. Deus julgará cada ser humano segundo a luz que recebeu. (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12)
Os evangélicos devem ter cautela neste instante. Os irmãos católicos merecem todo respeito e carinho. Ninguém está autorizado a fazer declarações que firam a fé e os costumes de quem pensa diferente de nós. Aguarde outras publicações sobre profecias nos últimos dias. Continua…
Seja feliz!
J.Washington
A Igreja Católica Apostólica Romana é a igreja cristã mais antiga do Ocidente. Sua sede fica no Vaticano.  Eis a linha sucessória dos Papas:
2005 – Bento XVI (Joseph Ratzinger)
1978 – João Paulo II (Karol Woityla)
1978 – João Paulo I (Albino Luciani)
1963 – 1978: Paulo VI (Giovanni Battista Montini)
1958 – 1963: João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli)
1939 – 1958: Pio XII (Eugenio Pacelli)
1922 – 1939: Pio XI (Achille Ratti)
1914 – 1922: Bento XV (Giacomo Marchese della Chiesa)
1903 – 1914: Pio X (Giuseppe Sarto)
1878 – 1903: Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci)
1846 – 1878: Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti)
1831 – 1846: Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari)
1829 – 1830: Pio VIII (Francesco Saverio Castiglioni)
1823 – 1829: Leão XII (Annibale della Genga)
1800 – 1823: Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti)
1775 – 1799: Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
1769 – 1774: Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli)
1758 – 1769: Clemente XIII (Carlo Rezzonico)
1740 – 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
1730 – 1740: Clemente XII (Lorenzo Corsini)
1724 – 1730: Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)
1721 – 1724: Inocêncio XIII (Michelangelo Conti)
1700 – 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco Albani)
1691 – 1700: Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)
1689 – 1691: Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)
1676 – 1689: Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi)
1670 – 1676: Clemente X (Emilio Altieri)
1667 – 1669: Clemente IX (Giulio Rospigliosi)
1655 – 1667: Alexandre VII (Fabio Chigi)
1644 – 1655: Inocêncio X (Giambattista Pamphili)
1623 – 1644: Urbano VIII (Maffeo Barberini)
1621 – 1623: Gregório XV (Alessandro Ludovisi)
1605 – 1621: Paulo V (Camillo Borghesi)
1605 – Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)
1592 – 1605: Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini)
1591 – Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)
1590 – 1591: Gregório XIV (Niccolo Sfondrati)
1590 – Urbano VII (Giambattista Castagna)
1585 – 1590: Sisto V (Felici Peretti)
1572 – 1585: Gregório XIII (Ugo Boncompagni)
1566 – 1572: Pio V (Michele Ghislieri)
1559 – 1565: Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)
1555 – 1559: Paulo IV (Gianpetro Caraffa)
1555: Marcelo II (Marcelo Cervini)
1550 – 1555: Júlio III (Giovanni Maria del Monte)
1534 – 1549: Paulo III (Alessandro Farnese)
1523 – 1534: Clemente VII (Giulio de Medici)
1522 – 1523: Adriano VI (Adriano de Utrecht)
1513 – 1521: Leão X (Giovani de Medici)
1503 – 1513: Júlio II (Giuliano della Rovere)
1503: Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini)
1492 – 1503: Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia)
1484 – 1492: Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)
1471 – 1484: Sisto IV (Francesco della Rovere)
1464 – 1471: Paulo II (Pietro Barbo)
1458 – 1464: Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)
1455 – 1458: Calisto III (Alfonso de Bórgia)
1447 – 1455: Nicolau V (Tomaso Parentucelli)
1431 – 1447: Eugênio IV (Gabriel Condulmer)
1417 – 1431: Martinho V (Odo Colonna)
1410 – 1415: João XXII (Baldassare Cossa)
1409 – 1410: Alexandre V (Pedro Philargi de Candia)
1406 – 1415: Gregório XII (Angelo Correr)
1404 – 1406: Inocêncio VII (Cosma de Migliorati)
1389 – 1404: Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)
1378 – 1389: Urbano VI (Bartolomeo Prignano)
1370 – 1378: Gregório XI (Pedro Rogerii)
1362 – 1370: Urbano V (Guillaume de Grimoard)
1352 – 1362: Inocêncio VI (Etienne Aubert)
1342 – 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
1334 – 1342: Bento XII (Jacques Fournier)
1316 – 1334: João XXII (Jacques Duèse)
1305 – 1314: Clemente V (Bertrand de Got)
1303 – 1304: Bento XI (Nicolau Boccasini)
1294 – 1303: Bonifácio VIII (Bento Gaetani)
1294: Celestino V (Pietro del Murrone)
1288 – 1292: Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli)
1285 – 1287: Honório IV (Giacomo Savelli)
1281 – 1285: Martinho IV (Simão de Brion)
1277 – 1280: Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini)
1276 – 1277: João XXI (Pedro Juliani)
1276: Adriano V (Ottobono Fieschi)
1276: Inocêncio V (Pedro de Tarantasia)
1271 – 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
1265 – 1268: Clemente IV (Guido Fulcodi)
1261 – 1264: Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes)
1254 – 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni)
1243 – 1254: Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi)
1241: Celestino IV (Gaufredo Castiglione)
1227 – 1241: Gregório IX (Hugo, conde de Segni)
1216 – 1227: Honório III (Censio Savelli)
1198 – 1216: Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)
1191 – 1198: Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)
1187 – 1191: Clemente III (Paulo Scolari)
1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
1185 – 1187: Urbano III (Humberto Crivelli)
1181 – 1185: Lúcio III (Ubaldo Allucingoli)
1159 – 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de Siena)
1154 – 1159: Adriano IV (Nicolau Breakspeare)
1153 – 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
1145 – 1153: Eugênio III (Bernardo Paganelli de Montemagno)
1144 – 1145: Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)
1143 – 1144: Celestino II (Guido di Castello)
1130 – 1143: Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)
1124 – 1130: Honório II (Lamberto dei Fagnani)
1119 – 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
1118 – 1119: Gelásio II (João de Gaeta)
1099 – 1118: Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
1088 – 1099: Urbano II (Odo, cardeal-bispo de Óstia)
1086 – 1087: Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino)
1073 – 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
1061 – 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
1058 – 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
1058 – 1059: Bento X (João de Velletri)
1057 – 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
1055 – 1057: Vítor II (Geraldo de Hirschberg)
1049 – 1054: Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg)
1048: Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
1046 – 1047: Clemente II (Suidgero de Morsleben)
1045 – 1046: Gregório VI (João Graciano Pierleone)
1033 – 1046: Bento IX (Teofilato de Túsculo)
1024 – 1032: João XIX (conde de Túsculo)
1012 – 1024: Bento VIII (conde de Túsculo)
1009 – 1012: Sérgio IV (Pietro Buccaporci)
1003 – 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
1003: João XVII (Giovanni Sicco)
999 – 1003: Silvestre II (Gerberto de Aurillac)
996 – 999: Gregório V (Bruno de Carínthia)
985 – 996: João XV
983 – 984: João XIV (Pedro Canipanova)
974 – 983: Bento VII
972 – 974: Bento VI
965 – 972: João XIII (João de Nardi)
964: Bento V
963 – 965: Leão VIII
955 – 964: João XII
946 – 955: Agapito II
942 – 946: Marino II (ou Martinho III)
939 – 942: Estevão VIII
936 – 939: Leão VII
931 – 935: João XI
928 – 931: Estevão VII
928: Leão VI
914 – 928: João X (João de Tossignano, arcebispo de Ravena)
913 – 914: Lando
911 – 913: Anastácio III
904 – 911: Sérgio III
903 – 904: Cristóvão
903: Leão V
900 – 903: Bento IV
898 – 900: João IX
897: Teodoro II
897: Romano
896 – 897: Estevão VI
896: Bonifácio VI
891 – 896: Formoso
885 – 891: Estevão V
884 – 885: Adriano III
882 – 884: Marino I (ou Martinho II)
872 – 882: João VIII
867 – 872: Adriano II
858 – 867: Nicolau I
855 – 858: Bento III
847 – 855: Leão IV
844 – 847: Sérgio II
827 – 844: Gregório IV
827: Valentim
824 – 827: Eugênio II
817 – 824: Pascoal I
816 – 817: Estevão IV
795 – 816: Leão III
772 – 795: Adriano I
768 – 772: Estevão III
757 – 767: Paulo I
752 – 757: Estevão II
752: Estevão [II] (pontificado de apenas quatro dias)
741 – 752: Zacarias
731 – 741: Gregório III
715 – 731: Gregório II
708 – 715: Constantino
708: Sisínio
705 – 707: João VII
701 – 705: João VI
687 – 701: Sérgio I
686 – 687: Cônon
685 – 686: João V
683 – 685: Bento II
682 – 683: Leão II
678 – 681: Agatão
676 – 678: Dono
672 – 676: Adeodato II (ou Deusdedite II)
657 – 672: Vitaliano
654 – 657: Eugênio I
649 – 655: Martinho I
642 – 649: Teodoro I
640 – 642: João IV
638 – 640: Severino
625 – 638: Honório I
619 – 625: Bonifácio V
615 – 618: Adeodato I (ou Deusdedite I)
608 – 615: Bonifácio IV
606 – 607: Bonifácio III
604 – 606: Sabiniano
590 – 604: Gregório I Magno
579 – 590: Pelágio II
575 – 579: Bento I
561 – 574: João III
556 – 561: Pelágio I
537 – 555: Vigílio
536 – 537: Silvério
535 – 536: Agapito (ou Agapeto)
533 – 535: João II
530 – 532: Bonifácio II
526 – 530: Félix III
523 – 526: João I
514 – 523: Hormisdas
498 – 514: Símaco
496 – 498: Anastácio II
492 – 496: Gelásio I
483 – 492: Félix II
468 – 483: Simplício
461 – 468: Hilário (ou Hilaro)
440 – 461: Leão I Magno
432 – 440: Sisto III
422 – 432: Celestino
418 – 422: Bonifácio I
417 – 418: Zózimo
402 – 417: Inocêncio I
399 – 402: Anastácio I
384 – 399: Sirício
366 – 384: Dâmaso I
352 – 366: Libério
337 – 352: Júlio I
336: Marcos
314 – 335: Silvestre I
310 – 314: Melcíades
308 – 310: Eusébio
307 – 309: Marcelo I
296 – 304: Marcelino
282 – 296: Caio
274 – 282: Eutiquiano
268 – 274: Félix I
260 – 268: Dionísio
257 – 258: Sisto II
254 – 257: Estevão I
253 – 254: Lúcio I
251 – 253: Cornélio
236 – 250: Fabiano
235 – 236: Antero
230 – 235: Ponciano
222 – 230: Urbano I
217 – 222: Calisto I
199 – 217: Zeferino
189 – 199: Vítor I
174 – 189: Eleutério
166 – 174: Sotero
154 – 165: Aniceto
143 – 154: Pio I
138 – 142: Higino
125 – 138: Telésforo
116 – 125: Sisto I
107 – 116: Alexandre I
101 – 107: Evaristo
90 – 101: Clemente I
79 – 90: Anacleto (ou Cleto)
64 – 79: Lino
Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11).
Extraído da Rede novo tempo

19 de jun. de 2012

Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos. Sal. 90:10.
Você conhece a teoria do creme dental? Segundo essa teoria, quando você começa a usar um novo tubo, coloca porções generosas na escova de dente. Mas, a partir da metade, inconscientemente passa a usar quantidades menores porque sabe que lhe resta pouco.
Com a vida é a mesma coisa. Quando somos jovens temos a impressão de que a eternidade é nossa. Quando chegam os anos da velhice, cada momento se torna valioso, porque sabemos que o tempo está chegando ao fim.
A Bíblia relata que os primeiros seres humanos viviam em média 850 anos. Com a entrada do pecado, o tempo de vida foi encurtando. Hoje, é uma raridade alguém passar dos cem anos. O salmista afirma que, aos oitenta, tudo “é canseira e enfado”.
A realidade é contundente. Você não tem todo o tempo do mundo para realizar o que planeja; portanto, é preciso levantar-se diariamente cedo e, depois de passar um tempo com Deus, trabalhar incansavelmente na realização dos seus planos.
Outro dia, conversei com um homem de 60 anos que me disse: “Vivi, mas não aconteci. Olho para trás e nada construí. Às vezes, me pergunto se valeu a pena ter vivido.” Sim, a vida é breve e fugaz, mas em vez de levá-lo ao pessimismo ou à autocompaixão, isso deveria conduzi-lo Àquele que permanece para sempre. É justamente “porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”, que devemos construir os nossos sonhos, planos e realizações sobre a única Pessoa que não está limitada nem pelo tempo nem pelo espaço: Deus.
O pouco vivido com Jesus é muito, e o muito vivido sem Ele é vazio, desespero e frustração. Não importa qual seja sua idade, se você a partir de hoje passar a viver em comunhão com o Deus da eternidade, Ele o ajudará a realizar em pouco tempo o que você, sozinho, não conseguiu construir na vida inteira.
Nunca é tarde para quem acredita em Deus. Todo dia é um novo dia. A vida é um permanente começar. A despeito dos problemas e dificuldades, encare hoje os desafios, sabendo que nesta vida “tudo passa rapidamente, e nós voamos”.
Certo dia disse a pedra: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, o ferro e disse: – Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram até que a pedra se tornasse pó.
O ferro, por sua vez, disse: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, o fogo disse: – Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram até que o ferro se derretesse.
O fogo, por sua vez, disse: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, a água disse: – Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram até que o fogo se apagasse.
A água, por sua vez, disse: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, a nuvem disse: – Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então as duas duelaram até que nuvem fez a água evaporar.
A nuvem, por sua vez, disse: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, o vento disse: – Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram até que o vento soprasse a nuvem e ela se desfizesse.
O vento, por sua vez, disse: – Eu sou forte!
Ouvindo isso, os montes disseram: – Nós somos mais fortes que você! Quer ver?
Então os dois duelaram até que o vento ficasse preso dentre o círculo de
montes.
Os montes, por sua vez, disseram: – Nós somos fortes!
Ouvindo isso, o homem disse: – Eu sou mais forte que vocês! Querem ver?
Então o homem, dotado de grande inteligência, perfurou os montes,
impedindo que eles prendessem o vento.
Acabando com o poder dos montes, o homem disse: – Eu sou a criatura
mais forte que existe!
Até que veio a morte e, com um golpe apenas, acabou com o homem – que achava ser inteligente e forte o suficiente.
A morte ainda comemorava, quando, sem que ela esperasse, um Homem
chamado “JESUS” veio e, com apenas 3 dias de falecido venceu a morte e todo
poder foi lhe dado na Terra e no Céu.
Como se não bastasse ter vencido a morte, Ele nos deu o direito de ter
“vida eterna”, através do seu sangue, que nos liberta de qualquer pecado.
ELE é o mais forte!
(Autoria desconhecida)

7 de jun. de 2012


Quem nunca aprendeu uma daquelas musiquinhas para ajudar a lembrar de algo importante que atire a primeira pedra! Sejam elas elementos químicos ou fórmulas para o vestibular, preposições obrigatórias de algum idioma ou qualquer outra informação necessária, ou mesmo uma canção pop, quem já não teve alguma música martelando em sua cabeça, mesmo contra sua vontade? Já se perguntou a que se deve isso? Os cientistas, sim. Segundo o médico Charles Limb, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, as canções penetram em sistemas fundamentais de nosso cérebro, que são sensíveis à melodia e às batidas, e exercitam nosso cérebro de maneira única. “Existe evidência suficiente para dizer que a experiência musical muda nosso cérebro”, afirma o cientista estadunidense. “Ela permite que você pense de maneira diferente e treina várias habilidades cognitivas não relacionadas à música.”
Não importa. Sejam canções do AC/DC, do Bee Gees ou peças do Rachmaninoff, é fácil ter fragmentos delas que se repetem incessantemente por algum período determinado, mesmo que a música não seja do seu agrado. Essa repetição “chiclete” é conhecida por earworm, termo utilizado pela primeira vez em 1980, em tradução literal do alemão ohrwurm, como afirma o neurologista Oliver Sacks, no livro Alucinações Musicais. A repetição indica que a música entra e subverte parte do cérebro, forçando-o a disparar a música de maneira repetitiva e autônoma.
De acordo com o psicólogo e neurocientista canadense Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Quebec, no Canadá, os fragmentos – e não as músicas inteiras – que ficam em nossas cabeças são simples, tanto melodicamente quanto ritmicamente. Mas, em casos extremos, essas músicas chicletes podem ser ruins para o dia a dia de alguns de nós. Algumas pessoas não conseguem trabalhar, dormir ou sequer se concentrar, porque as músicas os impedem. Por isso, precisam tomar ansiolíticos, que relaxam os circuitos neurais presos na repetição.
Vale ressaltar também que esse efeito chiclete é antigo. Cientistas acreditam que a música é, de alguma maneira, uma adaptação evolucionária que ajudou os ancestrais humanos. [Tava demorando para apelarem para a teoria-explica-tudo...]
E tem o fato de que ela induz sentimentos, também. Certas músicas são associadas com a lembrança de alguém, ou uma emoção, ou até um estado de espírito. Basta lembrar-se de casos de esportistas que escutam músicas animadas ou agitadas minutos antes de suas competições. Quer fazer um teste? Tente levantar cedo e escutar uma música bem animada. Sua disposição será diferente.
Nota: Está mais do que provado que a música tem efeitos interessantes sobre o cérebro. Por isso mesmo, o estilo musical deve ser alvo de escolha consciente.[MB]
Fonte: criacionismo.com.br

6 de jun. de 2012



Olá!
Estamos iniciando uma nova fase do Biblia.com.br . Para inaugurar esse momento lhe convidamos para refletir em sua própria religião. Será que ela é a mesma de Jesus? Não se trata de questionar suas convicções ou que igreja você frequenta. A pergunta é se você está vivendo como Jesus viveu e ensinou.
A maneira como Jesus amou seus amigos e a paciência com que tratou seus inimigos, o tempo que Ele dedicava a oração,  o compromisso que tinha em obedecer o que estava nas escrituras e as ordens do Pai… tudo isso revela a religião de Jesus.
Nosso convite é para que você siga o exemplo dEle. Torne a Bíblia seu principal livro de leitura. A lâmpada para seus pés e a luz para seus caminhos. Lendo e seguindo os ensinamentos da Bíblia você poderá dizer que a sua religião é a mesma de Jesus.
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 5:39
Clique aqui e comece agora a estudar mais profundamente a Bíblia.

29 de dez. de 2011


O País do futuro parece estar chegando para muitos brasileiros que investiram em qualidade e produtividade profissional, empresarial e pessoal nos últimos anos. O gigante adormecido parece estar despertando. Os dados internacionais nos mostram que em 2012 já seremos a sétima maior economia do mundo. Em 2014 seremos a sexta. Em 2016 a quinta e em 2040 a quarta maior economia, na frente da Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Espanha e muitos outros.

Já em 2012 estaremos abaixo apenas dos (1) Estados Unidos, (2) China, (3) Japão, (4) Alemanha, (5) França e (6) Reino Unido, segundo o Banco Mundial. Como sétima economia mundial, os investimentos diretos internacionais crescerão. Segundo pesquisa da UNCTAD – Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento – o Brasil será o terceiro país do mundo a receber mais investimentos internacionais, à frente dos Estados Unidos (4º.) e apenas atrás de China e Índia.

Outro estudo, agora da FAO – Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – mostra que o Brasil tem tudo para ser o principal fornecedor de alimentos do mundo. O maior problema do mundo no futuro será alimentar os nove bilhões de seres humanos que seremos no mundo daqui a 50 anos. O mundo precisará produzir 50% a mais de grãos e dobrar a produção de carne para atender essa demanda. O problema do mundo é que onde há terra agriculturável, não há água suficiente. Onde há água, não há terra suficiente. Segundo esses estudos, o Brasil tem 400 milhões de hectares de terras agriculturáveis (sem contar áreas protegidas pela legislação como a Amazônia) e só utiliza 50 milhões. O governo brasileiro diz que são 300 milhões e não 400 milhões, mas confirma a utilização de apenas 50 milhões. O Brasil tem mais terra agriculturável que os Estados Unidos e a Rússia juntos. E o Relatório Mundial da Água da ONU de 2009 afirma que o Brasil tem oito trilhões de quilômetros cúbicos de água renovável a cada ano. O Brasil, com 190 milhões de habitantes tem mais água renovável que toda a Ásia com quatro bilhões de pessoas. Assim, afirma a ONU que o Brasil, sem dúvida, será um dos mais importantes fornecedores de alimentos para o mundo nos próximos 50 anos. Prova disso é a procura de terra por estrangeiros o que tem feito o nosso Congresso estudar legislações que limitem a compra de terra por estrangeiros.

Assim, em 2012 e nos anos seguintes teremos uma visibilidade mundial nunca antes alcançada e isso nos trará benefícios e exigências. Os benefícios são óbvios mas seremos também cobrados por mais qualidade, produtividade, excelência, transparência e postura de país desenvolvido.

Dessa forma terá medo de 2012 aquele que não acreditar nesses números e nessa verdade de que estamos construindo um Brasil diferente, cuja previsão é a de que teremos apenas 8% de pessoas consideradas tecnicamente pobres, uma queda de quase 70% desde 1993, quando 35% da nossa população era considerada pobre. A previsão é que em 2015 se somarmos as classes A+B+C teremos 72% o que fará do Brasil um país de classe média, que hoje já ultrapassa dos 50%.

Agora é, pois, hora de agir com seriedade e cautela, mas muito vigor para aproveitar esse momento histórico que estamos vivendo. Terá medo de 2012 quem continuar pensando como sempre, negativamente, olhando para o retrovisor, não acreditando em nossa capacidade de fazer a diferença num mundo cheio de dificuldades. A Europa está na mais profunda crise econômica em décadas. Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha, Bélgica e mesmo Itália, França e Alemanha estão com dificuldades inimagináveis há pouco tempo. Assim, além de tudo, teremos uma nova onda migratória de europeus e até de americanos do norte para o Brasil. Os europeus e mesmo americanos que buscam trabalho hoje no Brasil já são contados às centenas e esse número não tende a decrescer.

Terá medo de 2012 quem ficar esperando e não agir, não construir as condições básicas de acesso a esse novo Brasil.

Pense nisso. Sucesso! Feliz 2012.


Site Nisto Cremos

5 de dez. de 2011

O ato de ofertar está presente em todo o Antigo Testamento como um ato
de adoração. As  ofertas foram definidas pelo próprio Deus e cada uma delas
encerrava alguma lição específica. No livro de levítico, encontramos as seguintes ofertas:

Ofertas queimadas - significavam inteira consagração da parte do doador.
Representavam o desejo do coração de se dedicar a Deus;


Ofertas de manjares - representavam submissão a um superior e sua dependência dele;

Ofertas pacificas - era ofertas de gratidão, ofertas por algum voto ou ofertas voluntárias. Celebravam a reconciliação com Deus e com os irmãos.

Além dessas, há ainda outras ofertas: pelos pecados e culpas, que incluíam ofertas pelos pecados involuntários
e pecados ocultos; pelo pecado de sacrilégio; pelos pecados de ignorância; pelos pecados voluntários.


As ofertas não eram, porém, exclusividades do antigo testamento, pois o novo testamento começa com um lindo ato de adoração, traduzido pelo ofertar. Os sábios do oriente seguiram a estrela ''e, entrando na casa, acharam O Menino com Maria Sua mãe e, prostrando-se O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra'' (Mt2:11) 



Segundo o comentário de Barclay, o ouro era um presente próprio para os reis. Jesus nasceu para ser Rei.
O incenso é um presente de sacerdotes.Jesus é o nosso Grande Sumo Sacerdote no Céu. Ele abriu o caminho para a presença de Deus. A mirra era usada para embalsamar o corpo dos mortos. Jesus veio ao mundo para morrer. Portando, naquelas três dádivas, a vida e morte, bem como o ministério de Jesus, como Rei e Sacerdote representados.

O ato de ofertar tem sua origem em Deus. A Bíblia diz ''Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna'' (João 3:16)
Na Pessoa de Jesus Cristo, Deus ofereceu ao mundo a maior de todos as dádivas. O Senhor Se ofereceu como:

1. Oferta Queimada - ''Cristo nos amou e se entregou
a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus,
em aroma suave'' (Efésios. 5:2);

2. Oferta de Manjar - ''a Si mesmo se humilhou,
 tornando-Se obediente até á morte e morte de cruz''
(Filipenses 2:8);

3. Oferta Pacifica - Fez ''a paz pelo sangue da Sua cruz...
[para que] reconciliasse Consigo mesmo todas as coisas,
 quer sobre a terra, quer nos céus'' (Colossenses 1:20);

4. Oferta pelo  pecados Voluntários e por Ignorância - pois
''sem derramamento de sangue, não há remissão'' (Hebreus 9:22),
assim fomos ''justificados [perdoados] pelo seu sangue'' (Romanos 5:9).
Logo, ''O mais precioso dom que o Céu possuía para conceder, foi outorgado''
(Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 336).

É comum, em algumas épocas especificas  do ano como, por exemplo, o natal, a troca de presentes
entre amigos, parentes e colegas de trabalho. Isto representa um sinal de amor, amizade ou reconciliação.
Mas, eis um sábio conselho quanto a este assunto:

''Irmão e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso
Amigo celestial. Ele Se agradará se mostrarmos que não O esquecemos. Jesus o príncipe da vida, deu tudo a fim de por a salvação ao nosso alcance... Ele sofreu mesmo até á morte, para que nos pudesse dar a vida eterna. É por meio de Cristo que recebemos todas as bênção, ... Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmão e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus'' (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 480).

Deus ainda requer que O adoramos com nossas ofertas.
Nossas dádivas devem ser apresentadas ao Senhor tendo
 em vista a grande dádiva de cristo na cruz do calvário.
Com sua oferta, o adorador proclama sua entrega e adoração dizendo: Tudo de mim, em resposta a tudo de Deus!''

Artigo retirado da Revista Transbordando em Esperança
Escrito por Williams Moreira César
Presidente da AMT



4 de dez. de 2011


SETE 040
1. “Bem-aventurado o que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; pois o tempo está próximo”. – Apoc. 1:3
2. “Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, porque as suas obras os acompanham”. – Apoc. 14:13
3. “Eis que venho como ladrão; bem-aventurado aquele que vigia e que guarda as suas vestes, para que não ande nu, e vejam a sua vergonha”. – Apoc. 16:15.
4. “Disse-me Ele: Escreve: Bem-aventurados os que têm sido chamados à ceia das bodas do Cordeiro?. Disse-me ainda: Estas são verdadeiras palavras de Deus”. – Apoc. 19:9
5. “Bem-aventurado e santo é o que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com Ele durante os mil anos”. – Apoc. 20:6
6. “Eis que venho depressa. Bem-aventurado o que guarda as palavras da profecia deste livro”. – Apoc. 20:7
7. “Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus mandamentos, para que tenham poder na árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas”. Apoc. 22:14
SETE são os dias da semana
SETE são as cores do arco-íris,
SETE são as maravilhas do mundo antigo,
SETE são as notas musicais.
SETE foram as últimas frases Jesus na Cruz
SETE indica plenitude!
SETE não lembra nada a você?

7 bem-aventuranças do Apocalipse

Rede Maranatha


As principais profecias da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, estão sendo estudadas diariamente na Rádio Novo Tempo. Em novo formato, agora com 10 minutos de duração, o programa “Encontro com as Profecias” vai ao ar às 6h da manhã e reprisado às 22h.
O programa, produzido e apresentado por Amilton Menezes, já tem alguns anos no rádio brasileiro.  A estréia foi na Novo Tempo de Florianópolis (SC), em 1997, na época, sob a responsabilidade do Pr. Élbio Menezes. O programa passou por diferentes formatações durante esses anos e agora, com 10 minutos de duração, “ficou mais direto ao ponto”, como explica Amilton. “Devido ao espaço publicitário das emissoras onde é veiculado, o tempo de duração facilita a inserção em outras emissoras que, com uma duração maior, seria praticamente impossível”, complementa.
O ouvinte, além de acompanhar ao vivo, pode baixar (download) os áudios e também a cópia escrita da mensagem. No site do programa o conteúdo pode também ser compartilhado através das redes sociais como Orkut e Facebook. O twitter do programa é @EncontroProfec
“A disponibilidade de todos os programas para download facilita para quem deseja incluir a série na rádio mais perto de casa. É baixar e deixar na rádio. Algumas rádios já o fazem diretamente do site. Outros utilizam o material para próprio estudo da Bíblia ou para enviarem a amigos e interessados na Palavra de Deus”, detalha o apresentador.
A série “Encontro com as Profecias” deverá ficar pronta com cerca de 250 programas inéditos.  Quase duas dezenas de áudios e textos já estão disponíveis no http://encontrocomasprofecias.come, diariamente, em podcast, no site da Rádio NT.
PUBLICADO EM POR AMILTON MENEZES


2 de dez. de 2011

Os criadores garantem que é apenas diversão. Para mim, um terrível equívoco. A produtora japonesa Illusion lançou um jogo em que o objetivo é estuprar uma mulher e suas duas jovens filhas em uma estação de metrô. E não fica só nisso. Depois do ataque sexual, o jogador tem que fazer com que as suas vítimas abortem. O nome do game bizarro é “Rapelay”. Se o jogador não conseguir que as vítimas abortem ele perde e o seu personagem é jogado na linha do metrô. O game permite que vários jogadores “brinquem” ao mesmo tempo contra apenas uma mulher. Inicialmente restrito ao mercado japonês, onde foi lançado em 2006, o jogo começou a chegar ao Ocidente em versões piratas ou por sites de venda. A Amazon, que chegou a vender o “Rapelay”, tirou o game das suas prateleiras. Estupro e aborto viraram brincadeira?

(Page Not Found)

Nota: E ainda dizem que o ser humano está “evoluindo”... Na moral é que não é. “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24:12).
Um cometa descoberto há apenas seis meses fará uma visita ao interior do sistema solar em breve. Mas não precisa ficar com medo, nem esperar nada de trágico ou de deslumbrante. De acordo com a NASA, o cometa é um “covarde”. Embora a “bola suja e gelada de dimensões modestas” chamada de Elenin não vá prejudicar a Terra, vale a pena dar uma olhada nela. O cometa, também conhecido pelo seu nome astronômico C/2010 X1, foi detectado pela primeira vez em 10 de dezembro de 2010 por Leonid Elenin, um observador em Lyubertsy, Rússia. Na época, o cometa estava a cerca de 645 milhões de quilômetros da Terra. Nos últimos quatro meses e meio, o corpo celeste diminuiu essa distância, uma vez que continuou trilhando seu caminho cada vez mais próximo do periélio (o ponto mais perto do Sol). No dia 4 de maio, a distância do cometa Elenin já era de “apenas” cerca de 270 milhões de quilômetros. “Cometas que vêm de longe e entram em nosso sistema planetário costumam proporcionar um grande show ao fazer essa entrada. Mas não Elenin. Esse cometa parece meio tímido”, conta Don Yeomans, do Escritório de Observação de Objetos Próximos da NASA em Pasadena, Califórnia.

O objeto não oferece uma visão muito boa porque ele é muito escuro a olho nu. “Estou falando sobre a forma como o cometa se parece quando ele voa para nós”, esclarece Yeomans. “Alguns visitantes chegam iluminando o céu à noite e você pode vê-los tranquilamente a olho nu onde quer que esteja. Para enxergar o Elenin, por outro lado, você provavelmente precisará de um bom par de binóculos, céu claro e de um local escuro e isolado para vê-lo mesmo em seu momento mais brilhante”, diz. Esse momento deve acontecer pouco antes da sua aproximação máxima da Terra, no dia 16 de outubro deste ano. No seu ponto mais próximo, o cometa estará a 35 milhões de quilômetros de nós. Essa distância não será capaz de mudar as marés ou mover placas tectônicas aqui na Terra, como sugerem alguns boatos da Internet. Mas alguns se perguntam se o cometa não pode acabar chegando ainda mais perto da Terra do que o calculado.

“Elenin não encontrará nenhum obstáculo que perturbe sua órbita, por isso não vai chegar perto o suficiente de nosso planeta para nos influenciar de alguma forma”, garante Yeomans. “O carro que você dirige todo dia exerce maior influência sobre as marés do oceano do que o cometa Elenin jamais exercerá”, compara.

Apesar do fato de que o cometa não vai mudar muita coisa aqui na Terra, isso não significa que o corpo celeste seja de todo inútil. “Esse viajante intrépido vai oferecer aos astrônomos a oportunidade de estudar um cometa relativamente jovem, que veio de uma região além do nosso sistema solar”, comenta Yeomans. “Depois de uma aparição relativamente curta, o Elenin vai voltar para o lugar de onde veio e nós não vamos mais vê-lo ou provavelmente sequer ouvir falar dele durante milhares de anos. Isso é muito interessante.”

(Hypescience)

Nota: Espero que Yeomans tenha razão e não esteja apenas “acalmando” a população...

Extraído do blog Criacionismo
Em seu livro,Amando a Deus de todo o seu entendimento'', Elizabeth George,faz 
uma comparação de nossos pensamentos com um vírus,
como estes que nos deixam gripado.
 ele diz:
 ''Assim como um vírus, nossos pensamentos conseguem exaurir nossa energia e enfraquecer...''.Para que nossos pensamentos sejam fontes de força a palavra a 
palavra de Deus nos exorta a ocuparmos eles com tudo que é
                            verdadeiro, respeitável,
                            justo, puro, amável, aquilo que é louvável, naquilo em que há virtude.
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