22 de nov. de 2011

Stephen Hawking acredita que a colonização do espaço é a chave para a sobrevivência da humanidade. Se isso não acontecer, diz ele, será difícil para os habitantes do planeta “evitarem um desastre nos próximos cem anos”. O renomado astrofísico explora alguns dos avanços mais notáveis da tecnologia na sua nova série de TV britânica-canadense “Admirável Mundo Novo Com Stephen Hawking”, que [estreou no dia 26], no Discovery HD Mundial. Antes da estreia do programa, Hawking falou sobre suas preocupações mais prementes em uma entrevista com o The Canadian Press, de Cambridge, na Inglaterra, em que declarou que a exploração do espaço é a missão mais urgente para a humanidade.


“Estamos entrando em um período cada vez mais perigoso da nossa história”, disse Hawking, portador da doença de Lou Gehrig, que o deixou quase completamente paralisado e incapaz de falar. “Nossa população e nosso uso dos recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, junto com nossa capacidade técnica para mudar o meio-ambiente para o bem ou para o mal. Mas o nosso código genético ainda carrega os instintos egoístas e agressivos que eram vantajosos para a sobrevivência da espécie no passado. Vai ser difícil evitar um desastre nos próximos cem anos. Nossa única chance de sobrevivência a longo prazo não é permanecer à espreita no planeta, mas nos espalhar pelo espaço.”


Hawking disse que é por isso que favorece missões tripuladas ao espaço e incentiva ainda mais estudos sobre como tornar a colonização espacial algo possível.


A série de TV, dividida em cinco partes, abordará esse tema, além de colocar os holofotes sobre descobertas científicas que prometem transformar o século 21. Hawking introduz cada episódio, enquanto uma equipe de especialistas viaja pelo mundo para conhecer várias inovações tecnológicas.


Maravilhas destacadas na nova série incluem um computador na Suíça que é controlado pelo cérebro, um carro sem motorista que é inteligente o suficiente para percorrer as ruas tortuosas de San Francisco e um robô-bebê na Itália que aprende como uma criança.


“Eu tenho tanta coisa que ainda quero fazer”, disse Hawking, manifestando sua curiosidade sem limites sobre o mundo. “Há muitas perguntas ainda para responder.” [...]

Nota: O que Hawking deliberada ou inconscientemente ignora é que não carregamos em nosso DNA “instintos egoístas” de seres pré-históricos; carregamos, sim, o pecado que, se não for confessado e abandonado pelo pode de Deus, acabará por nos destruir. De fato, nossa salvação definitiva, nosso resgate vem de fora, e é conhecido como segundo advento, ou segunda vinda de Jesus Cristo. O ser humano não tem condições de salvar a si mesmo, e mesmo que a proposta de Hawking fosse levada adiante, o máximo que conseguiríamos fazer é espalhar o vírus do pecado pelo espaço. Admiro profundamente o intelecto desse físico que ajudou a moldar meu gosto por ciência, mas também tenho pena dele. Por quê? Releia a última declaração dele na matéria acima. Se ele se entregasse a Deus, desse uma oportunidade ao Criador de Se relevar a ele, em breve poderia ter todo o tempo que quisesse (na verdade, uma eternidade) para aprender muitas coisas tremendamente mais profundas do que tudo o que já estudou em toda a sua vida. E mais: livre da doença que o limitou fisicamente por tanto tempo. Oro para que Hawking aproveite as oportunidades que Deus certamente vem lhe concedendo. Um dia, em breve, vamos deixar este planeta, mas não como o físico imagina.[MB]

Extraído do blog Criacionismo

19 de jul. de 2011



No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Atos 17:30

Um rapaz acostumado a furtar escreveu o seguinte bilhete para uma loja de departamentos: “Faz pouco tempo me tornei um cristão e à noite não pude dormir porque me sentia culpado. Aqui estão R$ 100,00 que devo a vocês.” Depois de assinar seu nome, colocou: “P.S.: Se ainda assim eu não puder dormir, enviarei o restante depois.”

A disposição para reconhecer os próprios erros e se arrepender deles é uma das características do cristão convertido. O arrependimento começa com a convicção de que aquilo que fizemos está errado. A confissão, nesse caso, não é apenas o reconhecimento do erro, mas a compreensão de que ofendemos a Deus. É como a reação do pródigo, quando voltou para casa e disse: “Pequei contra o Céu e contra ti” (Lc 15:21).

Outro ingrediente que não falta no verdadeiro arrependimento é a restituição. O exemplo de Zaqueu é o de alguém que estava genuinamente arrependido e quis acertar as contas não somente com Deus por meio da confissão, mas com outras pessoas pela restituição. Como diz o pensamento: “O reconhecimento da dívida sem esforço para pagá-la não é arrependimento.”

Nesse caso, o arrependimento exigirá não apenas mudança de pensamento e de comportamento, mas o arrependido fará tudo o que estiver ao seu alcance para remediar o erro. Escreverá uma carta, telefonará, visitará, encontrará, devolverá, depositará ou pagará, conforme seja o caso. Ou se foi rude com a esposa ou os filhos, vai pedir perdão. Se roubou, vai devolver. Se mentiu, confessará. Não deixará que o outro continue sendo enganado. Não é apenas uma questão de dizer para Deus: “Senhor, sinto muito. Perdoa-me.”

Pode parecer humilhante, constrangedor o fato de você ter que se aproximar de um vizinho, amigo ou colega de trabalho e dizer que errou. Mas como Deus está interessado em que vivamos em paz, Ele irá acompanhá-lo, e preparará o coração do ofendido. Ele fará com “que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração” (Cl 3:15). Ele o ajudará e a quem você prejudicou para que tudo seja resolvido.

“Ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9).


Extraído CPB

18 de jul. de 2011

“O tempo é chegado”, dizia Ele. “O reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas-novas!” Marcos 1:15






Se alguns homens forem como eu quanto ao senso de direção na estrada, dificilmente acertarão o caminho. Pense em um casal no carro... A esposa diz para o marido virar à direita no próximo balão. Mas ele pega a esquerda. Quando percebe o que fez, diz para a esposa: “Desculpe, querida, errei o caminho.” Se isso for tudo o que ele fizer, não será suficiente. Desculpar-se não vai levá-lo um centímetro de volta ao lugar de onde ele deveria partir. Para chegar aonde deve ir, ele precisa parar o carro e voltar para a estrada certa que a esposa lhe tinha indicado inicialmente. Isso é arrependimento. É reconhecer o erro e tomar o rumo certo.

Arrependimento não é remorso – não é ficar repetindo e remoendo: “Será que não vou aprender? Olha só o que fui fazer! Por que será que não mudo? Não acredito que eu tenha feito isso!” Se você teme as consequências, é sinal de remorso e não de arrependimento. E isso não trará nenhum resultado positivo.

Trabalhando na Pastoral Universitária do Unasp, entre outras coisas, exerci a função de conselheiro. No começo de uma noite, recebi na sala da pastoral uma garota do internato que entrou chorando ali. “Ai, pastor, o que eu faço, agora? Não devia ter feito o que fiz!” No decorrer da conversa, várias possibilidades me vieram à mente. Teria ela usado drogas? Bebido? Fumado? Teria pegado alguma coisa de alguém? Mas não havia sido nenhuma dessas coisas. Ela finalmente disse: “Beijei meu namorado e a monitora viu.”

Ela havia transgredido as leis do internato e, imaginando as consequências que teria que enfrentar, lamentava ter sido flagrada. O choro não tinha nada de arrependimento. Na manhã seguinte, me encontrei com ela e perguntei como estava o problema. “Ah, pastor, ao voltar de minha conversa com o senhor, cheguei ao residencial e todo mundo já sabia. Recebi minha punição.”

No verdadeiro arrependimento, não precisamos nos esconder ou ocultar o problema. Há genuína tristeza – mas não tristeza porque o que você fez foi descoberto e terá que encarar as consequências.

“Vós, que suspirai por alguma coisa melhor do que as que este mundo oferece, reconhecei nesse anelo a voz de Deus à vossa alma. Pedi-Lhe que vos dê arrependimento, que vos revele a Cristo em Seu infinito amor, Sua perfeita pureza” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 28).

extraído CPB

A Bíblia ensina que o pecado alienou (separou) o homem do seu Criador e o desqualificou para o reino celeste. Isaías 59:2 diz que as nossas “iniqüidades fazem separação entre nós e Deus; os nossos pecados encobrem o Seu rosto de nós para que não nos ouça.” E isso aconteceu no momento em que nossos primeiros pais (Adão e Eva) desobedeceram à ordem divina e seguiram a sua própria vontade, comendo o fruto proibido.
A partir daí o ser humano ficou sujeito à morte. “Porque o salário do pecado é a morte”. Romanos 6:23. “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” Rm. 5:12. A morte é o prêmio dos males conseqüentes do pecado. Com isso herdamos também o mal de estar separados de Deus e privados de Seus favores. “Porque todos pecaram e carecem da glória de Deus.” Rm. 3:23.
Consentindo em desobedecer, o homem tornou-se inimigo de Deus e escravo do pecado. Sozinho não pode fazer nada para mudar essa situação.
Qual a solução? Deus providenciou a solução. Jesus veio ao mundo “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10). Ele carregou sobre Seu corpo os nossos pecados. (I Pedro, 2 :24).
O inocente Filho de Deus assumiu a nossa culpa, tomou sobre Si os nossos pecados. Isto Ele fez por todos os homens. (Primeira carta aos Coríntios, capítulo 15 versículo 3). “Carregando Ele mesmo em Seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos aos pecados, vivamos para justiça; por Suas chagas fostes sarados.” (Primeira carta de Pedro, capítulo 2 versículo 24).
O pecado é uma realidade e é altamente ofensivo a Deus. Fosse o pecado algo sem conseqüência e não teria sido necessário que o Filho de Deus morresse para expiar a culpa do homem. A Bíblia diz que “pecado é a transgressão da lei” – da lei de Deus. (Primeira carta de João, capítulo 3 versículo 4). Somos perdoados e salvos quando cremos em Jesus como nosso Salvador e recebemos, pela fé, a Sua justiça.
Uma das descrições mais tocantes do sacrifício de Jesus está na página 563 do livro “O Desejado de Todas as Nações”. A carne do filho de Deus foi “lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu, as gotas de sangue a Lhe correr da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que Lhe atormentou a alma ao ocultar-se dEle a face do Pai – tudo fala a cada filho da família humana, declarando: É por você que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa; por você Ele destrói o domínio da morte, e abre as Portas do Paraíso… ofereceu-Se a Si mesmo na cruz em sacrifício, e tudo isso por amor a você. Ele, o que leva sobre Si os pecados, sofre a ira da justiça divina e torna-Se mesmo pecado por amor a você.”
Com a morte de Jesus na cruz, temos perdão dos pecados. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (I João 1 :9).
Com a morte de Jesus temos libertamento da escravidão do pecado. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36).
Com a morte de Jesus temos o favor de Deus – a reconciliação. “Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo. “… e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.” (Efésios 2:13 e 16).
Com a morte de Jesus temos vida eterna. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle Crê não pereça mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).
Com a morte de Jesus temos o direito de entrar no reino de Deus. Mateus 25:34 garante: “Então dirá aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Li, alguns anos atrás, o depoimento de um senhor a um grupo de pessoas. “Saí de casa muito jovem”, dizia ele. “Como as coisas não me iam bem, passei a viver uma vida toda errada, pedia esmolas e andava como vagabundo, perambulando pelas ruas. Por anos vivi na miséria. Um dia bati de leve no ombro de um homem e pedi: “Senhor, por favor, dá-me um dinheiro.” Quando aquele senhor virou a cabeça para me olhar, pude ver seu rosto – fiquei imóvel de espanto, pois reconheci meu querido e velho pai. Oh, pai, não me conheces, gritei finalmente, sou teu filho. Abraçando-me fortemente exclamou: Eu te achei, eu te achei, enfim! Tenho te procurado por tanto tempo – tudo que tenho é teu, meu filho!
E aquele homem, concluindo seu depoimento disse então: “Senhores, pensem nisso, eu, um vagabundo, estava ali pedindo alguns centavos ao meu pai, quando por 18 anos ele me havia procurado para dar-me tudo que possuía!”
Amigo, que quadro maravilhoso do Pai Celestial! Ele está nos procurando, buscando para dar-nos tudo em Cristo Jesus.
Por isso, aceite-O como Salvador pessoal. “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo tu e tua casa.” Atos 16:31.
Crer em Cristo é crer no Filho de Deus como o divino-humano Salvador do homem e nossa única esperança. Crer em Jesus é aceita-Lo como Salvador pessoal, recebendo-O no coração e consagrando a Ele a nossa vida.
Tome sua decisão agora e não esqueça que “não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do Céu não existe nenhum ouro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” Atos 4:12.
Pr. Montano de Barros
Fonte SÉTIMO DIA

12 de jul. de 2011


Um ateu desafiou um cristão a uma disputa pública sobre a existência de Deus.
 Este respondeu: "Por que vamos disputar por muito tempo?
Traga-me 12 pessoas que, através de sua incredulidade, livraram-se de seus hábitos pecaminosos e se tornaram pessoas melhores. Eu trarei, com muita alegria, 12 pessoas que, através de sua fé no Deus Vivo, tornaram-se outras pessoas livres de suas amarras".
Ao ouvir a resposta, o ateu não se manifestou mais, porque ele sabia que, mesmo procurando muito, não encontraria 12 pessoas, ou melhor, sequer uma pessoa na qual a incredulidade teria tal efeito.
A fé em Jesus Cristo é o único meio pelo qual as pessoas podem ser livres de suas amarras.

SEM FÉ: Se você não tem fé em jesus, as contas de sua vida não vão bater. A Bíblia diz no Salmo 14:1 "Diz o insensato no seu coração: não há Deus".
Um Coração sujo..
Um capitão pegou seu binóculo e, olhando para o céu, começou a sussurrar para si mesmo: "Não posso vê-lo, não posso vê-lo!". "O senhor não pode vê-lo", respondeu um senhor que também estava no navio. Nem poderia ser diferente, pois na minha Bíblia está escrito: "Bem aventurado os limpos de coração, porque verão a Deus"
"Capitão, agora o senhor sabe porque não vê Deus. Enquanto houver coisas e pensamentos impuros, Deus vai permanecer escondido para nós em quaisquer circunstâncias"
Você está cometendo o maior erro de sua vida, se não crê em Jesus Cristo, pois s Bíblia diz: em João 3:18 "Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus"
O maior erro de cálculo é que você vive e trabalha sem ter Jesus. E está escrito em Hebreus 2:3 "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?"
Reconheça esse erro fatal, pelo qual as contas não batem: enquanto você não aceitar Jesus Cristo e não crer nele, as contas não vão bater.
Por isso lhe pedimos que acerte suas contas com Jesus Cristo, isto é, viva com Jesus. Você começa a viver essa nova vida ao confessar seus pecados a Jesus e permitir que ele faça parte de sua vida.
  Não continue no erro de viver sem Jesus Cristo.


O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.
Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.
Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.
Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.
Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.
Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.
Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.
No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns de câncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.

Fonte Jornal do Brasil

22 de mai. de 2011


VERSO: “Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes” (Zc 3:4).

Embora seja fácil esquecer, o grande conflito entre Cristo e Satanás é a suprema força motriz por trás da realidade. Guerras, crime, violência e todo o caldeirão fervente e agitado da tragédia humana são apenas manifestações superficiais do conflito subjacente, que começou no Céu (Ap 12:7), uma luta universal que afeta não apenas os seres humanos, mas toda a criação (Rm 8:20-22).

Uma coisa, porém, nunca devemos esquecer: o grande conflito não é sobre o petróleo do Oriente Médio nem sobre as notáveis mudanças geopolíticas na hegemonia econômica e militar. É sobre a salvação da humanidade, uma pessoa de cada vez. Nações vêm e vão, estruturas de poder vêm e vão, os grandes temas da história e da ideologia vêm e vão; mas somente os salvos, cobertos pelo manto da justiça de Cristo, permanecem para sempre. Satanás não está preocupado simplesmente com dinheiro, poder e política; ele se preocupa com as pessoas; seu alvo é arruinar com ele tantos quantos seja possível. Por Sua morte, Cristo pode salvar a todos da destruição. A essência do grande conflito é, no âmago, pessoas escolhendo a ruína eterna ou a vida eterna. Todo o resto é, essencialmente, insignificante.http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2011/li922011.html#sabado

20 de mai. de 2011

        1. Pense mais sobre as formas de adoração que eram verdadeiras, e não obstante inaceitáveis diante de Deus, conforme Isaías 1. Quais são as formas de culto oferecidas hoje, mesmo por nós, que poderiam ser inaceitáveis ao Senhor?
        O problema é a adoração em si ou é outra coisa, como, por exemplo, o que os adoradores estão fazendo quando não estão adorando? Comente.
        2. O que está acontecendo em Isaías 61:2, 3? Como podemos experimentar essas promessas?
        3. Delmore Schwartz escreveu uma pequena história sobre uma nevasca na cidade de Nova York, que havia criado, miraculosamente, aquelas belas estátuas por toda a cidade. As pessoas ficaram espantadas. A cidade inteira ficou paralisada. Seu personagem principal estava especialmente comovido, e até deixou seu trabalho, para que pudesse ficar sem fazer nada, apenas contemplando as estátuas, que pareciam ter dado a ele um significado e propósito na vida, que nada mais havia lhe dado. Então, de acordo com a história, caiu uma chuva constante e violenta, e todas as estátuas desapareceram durante a noite. No fim da história, o personagem principal caiu ou pulou na frente de um trem e morreu.
        A lição é que, ao firmar nossa esperança nas coisas deste mundo, estamos destinados ao desapontamento, porque a Terra se desgasta “como um vestido”. Quais foram suas próprias experiências a respeito da facilidade com que as coisas deste mundo decepcionam?

7 de mai. de 2011


Certa noite o garoto foi para o seu quarto mais cedo para orar pedindo por um irmãzinho. Ele orou todas as noites durante um mês, mas então começou a ficar enfraquecido. Ele desistiu de orar por um irmãozinho. Após outro mês, entretanto, sua mãe foi para o hospital. Quando ela voltou para casa, seus pais lhe chamaram no quarto.  Quando ele entrou, viu um pacotinho do lado da sua mãe. Seu pai puxou o edredom e lá estavam, não apenas um irmãozinho, mas dois. Gêmeos!!! O pai de Bobby olhou para ele e disse?, "Agora você não está feliz porque você orou?" O jovem Bobby hesitou um pouco, e então olhou para o seu pai e respondeu, "Sim, mas você não está feliz por que eu parei na hora certa?"
Uma garotinha de 5 anos estava fascinada assistindo a sua mãe enquanto ela esfregava um creme no rosto.  Ela disse, "Mamãe, por que você faz isso?" A mãe respondeu, "Para ficar bonita." Bem, para o espanto da garotinha, depois de apenas um minuto a mãe começou a remover o creme com um lenço. A garota disse, "qual é o problema, já está desistindo?"

As vezes eu penso que Deus olha para as nossas vidas de oração e faz a seguinte pergunta: "Você já está desistindo?" Acredite ou não, existem pessoas tanto de dentro como fora da igreja que desistiram de Deus. Algumas pessoas param de ir à igreja porque abandonam a Deus.  Algumas pessoas desistem de orar, deixam de testemunhar, deixam de ajudar a igreja financeiramente, porque desistiram de Deus. Talvez você seja uma dessas pessoas.

Jesus faz uma promessa sobre oração na passagem que iremos estudar, que é uma das maiores promessas na Bíblia. Mas é uma promessa baseada em não abandonar a Deus.

Jesus disse, Mateus 7: 7 - 11
“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. “Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!”

Orador: Bill Santos
Mensagem musical: Rudy Micelli 

25 de abr. de 2011


O pastor chamado ama gente, o chamado pastor ama dinheiro e fama.

O pastor chamado prega com paixão, o chamado pastor prega.

O pastor chamado é feliz, o chamado pastor vive mau-humorado.

O pastor chamado tem visão, o chamado pastor imita as muitas visões.

O pastor chamado cuida das ovelhas, o chamado pastor abusa das ovelhas.

O pastor chamado tem casa, o chamado pastor tem mansão.

O pastor chamado liberta, o chamado pastor tiraniza.

O pastor chamado é acessível, o chamado pastor é inalcançável.

O pastor chamado prega de graça, o chamado pastor cobra para pregar.

O pastor chamado tem ovelhas, o chamado pastor tem fãs.

O pastor chamado chama para Cristo, o chamado pastor atrai para si.

O pastor chamado ensina, o chamado pastor exibi-se.

O pastor chamado erra, o chamado pastor é perfeito.

O pastor chamado tem medo, o chamado pastor mete medo.

O pastor chamado chora, o chamado pastor se vinga.

O pastor chamado é inconformado, o chamado pastor é alienado.

Autor: Pr Geraldo Magela

O Calvário está a certa distância. Ao nos aproximarmos do monte sagrado, multidões atropelam-se pelo caminho em peregrinação, como nós, para o mesmo lugar. Considerando que alguns não são companhia muito agradável, procuramos caminhos mais aprazíveis, caminhos trilhados por peregrinos mais respeitáveis.
Continuando a peregrinação, tornamo-nos sabedores de outras trilhas conduzindo a alturas que prometem excelente visão do Calvário, longe da multidão comum. Talvez, desses pontos mais vantajosos e distantes, seremos capazes de visualizar o Calvár io em uma perspectiva mais ampla do que aquela vista pela multidão aglomerada no monte do Gólgota.
Estudamos os sinais que apontam para pontos alternativos. Um aponta para o caminho do Monte da História. Outros para o Monte da Arte, Monte da Filosofia, Monte da Teologia e o Monte dos Méritos ou Boas Obras - todos os pontos vantajosamente posicionados, ao redor do Calvário. Com o tempo a nosso favor, pusemo-nos a caminho para visitá-los, antevendo uma experiência enriquecedora e de perspectivas amplas.

1. O Monte da História

Com muitos discursos explicativos ao longo do sinuoso caminho, ascendemos primeiro ao Monte da História. No seu cume há um liceu com uma imensa biblioteca, com muitos guias experientes. Telescópios que possibilitam uma magnífica vista do Gólgota são fornecidos. Através desses telescópios da História, o Calvário parece muito real, tão vívido como um filme documentário, uma forma de produção cinematográfica contemporânea da vida de Cristo.
Neste primeiro monte, aprendemos muito sobre os antigos romanos e judeus no tempo de Cristo. Investigamos o extraordinário sistema judaico de justiça e como este perverteu o julgamento de Jesus. Aprendemos sobre o método romano de execução. Com as filhas de Jerusalém, pranteamos em humana simpatia pela dor e sofrimento de Cristo, causados pelos guardas romanos e pelo peso da cruz em Suas costas.
Olhando noutra direção, volvemonos para um rumo mais intelectual, a fim de verificar os relatos do Evangelho e da antiga tradição de que Jesus foi pregado em uma cruz da qual a viga horizontal fora fixada bem abaixo do topo da peça vertical (crux immissa), e não em uma cruz em forma de ”T” (crux commissa), algumas vezes também usadas para crucifixão. Aprendemos muito neste monte – o suficiente para preencher milhares de páginas.

2. O Monte da Arte

Estimulados e movidos pelo nosso recém-adquirido conhecimento e pela percepção elevada, apressamos para o Monte da Arte. Chegamos ali pelo caminho da sensibilidade artística. As faces dos peregrinos neste caminho são carregadas e contemplativas. Ao subirmos falamos pouco, mas esboçamos palavras, quadros e notações musicais ao longo do caminho.
Uma vez no topo, vemos o Calário em uma variedade de cores e luzes, de luminoso a lúgubre. As representações - por vezes vívidas, às vezes etéreas - são repletas de charme místico. Afastamo-nos com o coração agitado, porém saciado pelo gênio absoluto dos vários retratos da Pa ixão – em palavras, quadros e música. Com o coração sedento por uma revelação mais rica, descemos pelo lado mais afastado do monte, com passos lentos no caminho íngreme, angular, que leva às alturas tranqüilas da próxima elevação.

3. O Monte da Filosofia

Depois de muito caminhar sobre pedras soltas e areia seca, alcançamos o cume do Monte da Filosofia. Aqui descansamos em uma estrutura partenônica, da qual um dos lados estreitos está de frente para o poente, em direção ao Calvário, mas com a visão parcialmente obscurecida por uma floresta irregular. Este é um lugar para meditação abstrata e discursos de difícil compreensão; um lugar onde a percepção material pouco conta. Homens com entonações cultas exibem idéias profundas e intrincadas, relativas à soteriologia (a doutrina da salvaç ão) e o significado moral do auto-sacrifício voluntário. Aqui o Calvário é saudado como grande heroísmo e recôndita façanha, com intenções tão ardilosas quanto o Santo Gral. Cansados e vagueando, traçamos nosso caminho mistificado em direção da ladeira do próximo monte.

4 . O Monte da Teologia

Sobre o cume deste monte vemos um brilho âmbar emanando de um templo circular com muitas janelas. Algumas transparentes, algumas de vidro colorido e outras opacas. Silentes, entramos para ver homens e mulheres devotos ponderando atenciosamente sobre os mistérios do Calvário, pronunciando palavras que enchem nossa alma com o desejo de uma proximidade maior com a cruz de Jesus.
Ocasionalmente, uma explosão de linguagem erudita ou uma disputa veemente agita o tema de suas reverentes investigações.
Deste monte, o mais próximo do Calvário, vislumbra-se a cruz como um alabastro, algumas vezes como ouro e ainda outras vezes parece como madeira plana, inflexível e infrutífera. Mesmo assim, permanece dignificada em todos os aspectos.
Mas enquanto ouvimos sobre o sangue de Jesus aqui neste monte, não o vemos nem o sentimos fluir. E com relação a Cristo, os teólogos O descrevem vagamente perante nossa visão mental. Nossas esperanças, ainda que inflamadas, permanecem muito obscuras.
Pensando em levantar nossa cruz, prosseguimos no nosso caminho, sedentos e cansados, até a próxima escalada.

5. O Monte dos Méritos

No Monte dos Méritos, ou Boas Obras, nosso objetivo é realizar obras dignas, para nos tornarmos mais receptivos ao amor de Deus, mais elegíveis ao Seu favor. Este monte tem um cume amplo, plano, que se estende além de nossa visão. Cidades e vilas e todas as espécies de lugares rurais encontram-se espalhadas em sua superfície. Necessidades incontáveis nos chamam a atenção. Pequenos serviços e grandes atos heróicos de todos os tipos solicitam nossa participação. O dia transforma-se gradativamente em noite e a noite também avança lentamente. Nossos dias passam rapidamente ao nos esforçarmos para crescer em retidão por obras nobres.
Mas, no final, nossos melhores esforços provam-se inadequados – manchados com o denso, tenebroso líquido de nosso egoísmo. Nosso coração permanece cansado, irritadiço e impuro. Paz, santidade e amor divinos parecem mais remotos, mais inatingíveis do que antes.
Ainda o Calvário acena à distância - como uma força oculta silentemente inatingida.

6. O Monte do Gólgota

Ao subirmos a ladeira estéril do Gólgota, as multidões que tínhamos
visto antes desapareceram da nossa visão. Sentíamo-nos inexplicável e misteriosamente sozinhos. Tudo parece parar ao chegarmos ante o austero monumento da graça de Deus, bem na presença do Sublime Sofredor, na cruz fixada por estacas de ferro. Por estacas de ferro sim, mas também por um amor sem paralelo, fluindo em rios avermelhados.
Nossos olhos, a despeito de nosso terror, levantam-se para cima – como por um ímã – para ver a forma da qual os rios brilhantes fluem. Esperança e contrição alojam-se em nosso coração. Incapazes de permanecer na presença desse majestoso sofrimento sem méritos, caímos prostrados. O Justo morrendo pelo injusto, para que pudéssemos ser levados a Deus!
Tendo um sentimento de infinita indignidade, tememos pronunciar qualquer palavra – de louvor ou de confissão. Na presença do amor encarnado, sentimo-nos como pecado encarnado.
Mas dos lábios da forma moribunda ecoam as palavras de esperança: ”Tornei-Me pecado por você, para que você se torne justo perante Deus, por Meu intermédio!”
Nós imploramos, cada um, por perdão: “Senhor, tem misericórdia de mim, pecador”.
Então, mais rica do que qualquer música, ecoam palavras de amor dos lábios moribundos: “Você está perdoado e incólume por Meu sangue. Tome sua cruz e siga-Me. Algumas vezes você Me seguirá em pesada servidão ou em meio à dor; outras vezes em uma vida livre, sem temores, com amor genuíno no poder da Minha salvação”.
Repentinamente, nossa língua se solta para confessar nossos pecados, para regozijo no perdão que Ele dá, para procurar Sua justiça e para louvá-Lo por Seu glorioso amor. A cruz torna-se uma árvore da vida para nós, um corredor vivo de infinita esperança, uma ponte para o Céu, uma chave de conhecimento, um selo de salvação, um estímulo à bondade e boas obras, um destruidor do pecado, uma ligação de união com todos os que amam a Deus, uma fonte de justiça e misericórdia – imensuravelmente profunda, e ainda sempre acessível.
“Tão sublime, tão imenso,
É de Deus o santo amor,
Que por graç a, com justiça,
Traz perdão ao pecador.
Há convite, há bondade,
Que aos mortais provém da cruz,
E aos que vivem sob pecado,
Redenç ão no bom Jesus.”*
* Frederick W. Fáber, no Cantai ao Senhor, 55
Escrito por Brian Jones, publicado na Revista Adventista de Abril/1994.
Derek Morris, autor do livro The Radical Prayer
Brasília, DF … [ASN] O pastor Derek Morris é um dos palestrantes do Concílio Ministerial promovido pela Divisão Sul Americana. Com o tema Unidos pela Esperança, o evento acontecerá entre os dias 24 a 28 de maio e cerca de quatro mil pastores dos oito países da América do sul estarão reunidos em momentos de orientação, treinamento, e de reflexão, na cidade de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil.
O versículo bíblico que diz “E lhes disse: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita” está em Lucas 10:2 e inspirou o pastor Derek Morris a escrever e ministrar palestras sobre um grande desafio. O livro The Radical Prayer, publicado em inglês e espanhol, instiga os líderes da igreja a terem perspectivas, atitudes e êxito radicais. Em seu livro, Derek Morris convida a descoberta de uma oração poderosa que permite Deus mudar o mundo através de seus líderes.
O objetivo do pastor Derek Morris em sua participação no Concílio é mostrar o poder de uma oração específica pelo trabalho ministerial. “Sempre que nos levantamos de uma oração radical, dando permissão ao Senhor para que nos envie a sua colheita, experimentamos alegria radical. No entanto, é  desafiador”, afirma o pastor no livro. 
Segundo Morris, não é possível elevar uma oração radical se não há disposição do pastor em participar da sua resposta.  “A Oração Radical precisar ser assim: Senhor, fervorosamente imploro que você envie trabalhadores para sua colheita, e você tem minha permissão para começar por mim”, destaca.
Além de servir como secretário-associado da associação ministerial da Conferência Geral, Derek Morris é editor da revista Ministry e também atua no Hope Channel. [Equipe ASN, Mani Maria]

Extraido do site unidos na esperança 




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