25 de abr. de 2011


O Calvário está a certa distância. Ao nos aproximarmos do monte sagrado, multidões atropelam-se pelo caminho em peregrinação, como nós, para o mesmo lugar. Considerando que alguns não são companhia muito agradável, procuramos caminhos mais aprazíveis, caminhos trilhados por peregrinos mais respeitáveis.
Continuando a peregrinação, tornamo-nos sabedores de outras trilhas conduzindo a alturas que prometem excelente visão do Calvário, longe da multidão comum. Talvez, desses pontos mais vantajosos e distantes, seremos capazes de visualizar o Calvár io em uma perspectiva mais ampla do que aquela vista pela multidão aglomerada no monte do Gólgota.
Estudamos os sinais que apontam para pontos alternativos. Um aponta para o caminho do Monte da História. Outros para o Monte da Arte, Monte da Filosofia, Monte da Teologia e o Monte dos Méritos ou Boas Obras - todos os pontos vantajosamente posicionados, ao redor do Calvário. Com o tempo a nosso favor, pusemo-nos a caminho para visitá-los, antevendo uma experiência enriquecedora e de perspectivas amplas.

1. O Monte da História

Com muitos discursos explicativos ao longo do sinuoso caminho, ascendemos primeiro ao Monte da História. No seu cume há um liceu com uma imensa biblioteca, com muitos guias experientes. Telescópios que possibilitam uma magnífica vista do Gólgota são fornecidos. Através desses telescópios da História, o Calvário parece muito real, tão vívido como um filme documentário, uma forma de produção cinematográfica contemporânea da vida de Cristo.
Neste primeiro monte, aprendemos muito sobre os antigos romanos e judeus no tempo de Cristo. Investigamos o extraordinário sistema judaico de justiça e como este perverteu o julgamento de Jesus. Aprendemos sobre o método romano de execução. Com as filhas de Jerusalém, pranteamos em humana simpatia pela dor e sofrimento de Cristo, causados pelos guardas romanos e pelo peso da cruz em Suas costas.
Olhando noutra direção, volvemonos para um rumo mais intelectual, a fim de verificar os relatos do Evangelho e da antiga tradição de que Jesus foi pregado em uma cruz da qual a viga horizontal fora fixada bem abaixo do topo da peça vertical (crux immissa), e não em uma cruz em forma de ”T” (crux commissa), algumas vezes também usadas para crucifixão. Aprendemos muito neste monte – o suficiente para preencher milhares de páginas.

2. O Monte da Arte

Estimulados e movidos pelo nosso recém-adquirido conhecimento e pela percepção elevada, apressamos para o Monte da Arte. Chegamos ali pelo caminho da sensibilidade artística. As faces dos peregrinos neste caminho são carregadas e contemplativas. Ao subirmos falamos pouco, mas esboçamos palavras, quadros e notações musicais ao longo do caminho.
Uma vez no topo, vemos o Calário em uma variedade de cores e luzes, de luminoso a lúgubre. As representações - por vezes vívidas, às vezes etéreas - são repletas de charme místico. Afastamo-nos com o coração agitado, porém saciado pelo gênio absoluto dos vários retratos da Pa ixão – em palavras, quadros e música. Com o coração sedento por uma revelação mais rica, descemos pelo lado mais afastado do monte, com passos lentos no caminho íngreme, angular, que leva às alturas tranqüilas da próxima elevação.

3. O Monte da Filosofia

Depois de muito caminhar sobre pedras soltas e areia seca, alcançamos o cume do Monte da Filosofia. Aqui descansamos em uma estrutura partenônica, da qual um dos lados estreitos está de frente para o poente, em direção ao Calvário, mas com a visão parcialmente obscurecida por uma floresta irregular. Este é um lugar para meditação abstrata e discursos de difícil compreensão; um lugar onde a percepção material pouco conta. Homens com entonações cultas exibem idéias profundas e intrincadas, relativas à soteriologia (a doutrina da salvaç ão) e o significado moral do auto-sacrifício voluntário. Aqui o Calvário é saudado como grande heroísmo e recôndita façanha, com intenções tão ardilosas quanto o Santo Gral. Cansados e vagueando, traçamos nosso caminho mistificado em direção da ladeira do próximo monte.

4 . O Monte da Teologia

Sobre o cume deste monte vemos um brilho âmbar emanando de um templo circular com muitas janelas. Algumas transparentes, algumas de vidro colorido e outras opacas. Silentes, entramos para ver homens e mulheres devotos ponderando atenciosamente sobre os mistérios do Calvário, pronunciando palavras que enchem nossa alma com o desejo de uma proximidade maior com a cruz de Jesus.
Ocasionalmente, uma explosão de linguagem erudita ou uma disputa veemente agita o tema de suas reverentes investigações.
Deste monte, o mais próximo do Calvário, vislumbra-se a cruz como um alabastro, algumas vezes como ouro e ainda outras vezes parece como madeira plana, inflexível e infrutífera. Mesmo assim, permanece dignificada em todos os aspectos.
Mas enquanto ouvimos sobre o sangue de Jesus aqui neste monte, não o vemos nem o sentimos fluir. E com relação a Cristo, os teólogos O descrevem vagamente perante nossa visão mental. Nossas esperanças, ainda que inflamadas, permanecem muito obscuras.
Pensando em levantar nossa cruz, prosseguimos no nosso caminho, sedentos e cansados, até a próxima escalada.

5. O Monte dos Méritos

No Monte dos Méritos, ou Boas Obras, nosso objetivo é realizar obras dignas, para nos tornarmos mais receptivos ao amor de Deus, mais elegíveis ao Seu favor. Este monte tem um cume amplo, plano, que se estende além de nossa visão. Cidades e vilas e todas as espécies de lugares rurais encontram-se espalhadas em sua superfície. Necessidades incontáveis nos chamam a atenção. Pequenos serviços e grandes atos heróicos de todos os tipos solicitam nossa participação. O dia transforma-se gradativamente em noite e a noite também avança lentamente. Nossos dias passam rapidamente ao nos esforçarmos para crescer em retidão por obras nobres.
Mas, no final, nossos melhores esforços provam-se inadequados – manchados com o denso, tenebroso líquido de nosso egoísmo. Nosso coração permanece cansado, irritadiço e impuro. Paz, santidade e amor divinos parecem mais remotos, mais inatingíveis do que antes.
Ainda o Calvário acena à distância - como uma força oculta silentemente inatingida.

6. O Monte do Gólgota

Ao subirmos a ladeira estéril do Gólgota, as multidões que tínhamos
visto antes desapareceram da nossa visão. Sentíamo-nos inexplicável e misteriosamente sozinhos. Tudo parece parar ao chegarmos ante o austero monumento da graça de Deus, bem na presença do Sublime Sofredor, na cruz fixada por estacas de ferro. Por estacas de ferro sim, mas também por um amor sem paralelo, fluindo em rios avermelhados.
Nossos olhos, a despeito de nosso terror, levantam-se para cima – como por um ímã – para ver a forma da qual os rios brilhantes fluem. Esperança e contrição alojam-se em nosso coração. Incapazes de permanecer na presença desse majestoso sofrimento sem méritos, caímos prostrados. O Justo morrendo pelo injusto, para que pudéssemos ser levados a Deus!
Tendo um sentimento de infinita indignidade, tememos pronunciar qualquer palavra – de louvor ou de confissão. Na presença do amor encarnado, sentimo-nos como pecado encarnado.
Mas dos lábios da forma moribunda ecoam as palavras de esperança: ”Tornei-Me pecado por você, para que você se torne justo perante Deus, por Meu intermédio!”
Nós imploramos, cada um, por perdão: “Senhor, tem misericórdia de mim, pecador”.
Então, mais rica do que qualquer música, ecoam palavras de amor dos lábios moribundos: “Você está perdoado e incólume por Meu sangue. Tome sua cruz e siga-Me. Algumas vezes você Me seguirá em pesada servidão ou em meio à dor; outras vezes em uma vida livre, sem temores, com amor genuíno no poder da Minha salvação”.
Repentinamente, nossa língua se solta para confessar nossos pecados, para regozijo no perdão que Ele dá, para procurar Sua justiça e para louvá-Lo por Seu glorioso amor. A cruz torna-se uma árvore da vida para nós, um corredor vivo de infinita esperança, uma ponte para o Céu, uma chave de conhecimento, um selo de salvação, um estímulo à bondade e boas obras, um destruidor do pecado, uma ligação de união com todos os que amam a Deus, uma fonte de justiça e misericórdia – imensuravelmente profunda, e ainda sempre acessível.
“Tão sublime, tão imenso,
É de Deus o santo amor,
Que por graç a, com justiça,
Traz perdão ao pecador.
Há convite, há bondade,
Que aos mortais provém da cruz,
E aos que vivem sob pecado,
Redenç ão no bom Jesus.”*
* Frederick W. Fáber, no Cantai ao Senhor, 55
Escrito por Brian Jones, publicado na Revista Adventista de Abril/1994.
Derek Morris, autor do livro The Radical Prayer
Brasília, DF … [ASN] O pastor Derek Morris é um dos palestrantes do Concílio Ministerial promovido pela Divisão Sul Americana. Com o tema Unidos pela Esperança, o evento acontecerá entre os dias 24 a 28 de maio e cerca de quatro mil pastores dos oito países da América do sul estarão reunidos em momentos de orientação, treinamento, e de reflexão, na cidade de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil.
O versículo bíblico que diz “E lhes disse: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, peçam ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita” está em Lucas 10:2 e inspirou o pastor Derek Morris a escrever e ministrar palestras sobre um grande desafio. O livro The Radical Prayer, publicado em inglês e espanhol, instiga os líderes da igreja a terem perspectivas, atitudes e êxito radicais. Em seu livro, Derek Morris convida a descoberta de uma oração poderosa que permite Deus mudar o mundo através de seus líderes.
O objetivo do pastor Derek Morris em sua participação no Concílio é mostrar o poder de uma oração específica pelo trabalho ministerial. “Sempre que nos levantamos de uma oração radical, dando permissão ao Senhor para que nos envie a sua colheita, experimentamos alegria radical. No entanto, é  desafiador”, afirma o pastor no livro. 
Segundo Morris, não é possível elevar uma oração radical se não há disposição do pastor em participar da sua resposta.  “A Oração Radical precisar ser assim: Senhor, fervorosamente imploro que você envie trabalhadores para sua colheita, e você tem minha permissão para começar por mim”, destaca.
Além de servir como secretário-associado da associação ministerial da Conferência Geral, Derek Morris é editor da revista Ministry e também atua no Hope Channel. [Equipe ASN, Mani Maria]

Extraido do site unidos na esperança 




13 de fev. de 2011



Temos de deixar de lado toda Contenda e Dissensão
Quando os obreiros tiverem a presença permanente de Cristo em sua alma, quando
Estiver morto todo o egoísmo, quando não houver nenhuma rivalidade,nenhuma contenda
Pela supremacia, quando existir unidade, quando eles se santificarem, de maneira que o
Amor de uns pelos outros seja visto e sentido, então os chuveiros da graça do Espírito Santo
Hão de vir tão seguramente sobre eles como é certo que a promessa de Deus não faltará
Nem um jota ou um til. Mas quando a obra de outro é diminuída para os obreiros
Mostrarem a própria superioridade, eles demonstram que sua obra não apresenta a assinatura que  devia.Deus não os pode abençoar.Mensagens Escolhidas, vol. 1 pág. 175
Ponha de parte os cristão toda dissensão, e entreguem-se a Deus para a Salvação dos perdidos. Com fé peçam a bênção prometida, e vira.Testemunhos Seletos, vol. 3 pég.211
"Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com todos. Alegrem-se sempre". 1 Tessalonicenses 5:15,16

12 de fev. de 2011

1·  Porque foi escrito pelo próprio dedo de Deus
 Gên. 31:18

2· Porque o Sábado foi abençoado por Deus
 Gên. 2:3

3· Porque todas as coisas foram feitas por Deus
 João 1:3

4· O Sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do Sábado
 Marcos 2:27

5· Porque Deus determinou que nos lembrássemos do Sábado para santificá-lo
 Exô. 20:8-10

6· Porque o Sábado é o sinal do poder criador de Deus
 Exô. 20:11

7. Porque o Sábado já existia antes das leis serem dadas no monte Sinai
 Exô. 16:4,22,23,27-29

8· Porque o nome do Senhor permanece para sempre
 Salmos 135:13

9· Porque a obra da criação deverá para sempre ser lembrada
 Salmos 111:2-4

10· Porque o Sábado é um sinal entre Deus e o homem
 Ezequiel 20:12,20

11· O Sábado será um sinal para sempre
 Exô. 31:17

12. Porque até os remidos lembrarão-se do divino poder Criador
 Apoc. 4:11

13· Porque na nova terra iremos adorar a Deus todos os dias especialmente no Sábado
 Isa. 66:22-23

14· Porque Deus deve ser verdadeiramente adorado
 João 4:16

15· Porque Jesus deu o exemplo de observância do Sábado
 Luc. 4:16

16· Jesus fazia atos de misericórdia no Sábado
 Mat. 12:12


17· Porque o dia da preparação seria no sexto dia
 Luc. 23:54, Exô. 16:22, 23

18· Porque o filho do homem é Senhor até do Sábado
 Mat. 12:8

19· É lícito fazer bem no sábado
 Luc. 6:9

20· Jesus fazia milagres no Sábado
 João 9:16

21· Porque o Sábado é o dia que antecede imediatamente ao primeiro dia da semana logo ele é o sétimo dia
 Mat. 28:1, Exô. 20:10

22· Os seguidores de Cristo repousaram no Sábado depois da crucificação
 Luc. 23:56

23. Paulo e Barnabé foram à sinagoga no dia de Sábado
 Atos 13:14

24· Os Judeus e gentios reuniam-se na sinagoga nos dias de Sábado
 Atos 13:42

25· O Sábado é o dia de oração
Atos 16:13

26· São João foi arrebatado em espírito no dia do Senhor
 Apoc. 1:10

27· Não podemos desviar-nos do Sábado
 Isa. 58:13

28· Cristo não veio destruir a lei
 Mat. 5:17

29· Porque a lei é eterna
Mat. 5:18

30. Porque não podemos quebrar os mandamentos
 Mat 5:19

31· Porque o homem cuidará em mudar a lei
Dan. 7:25

32· Somos servos de Deus por isso devemos obedecê-lo
Rom. 6:16

33· Porque se guardamos outro dia não estamos de acordo com Cristo e sim com os homens
Mat. 15:9

34·Se temos certeza quem é Deus porque não seguí-lo?
I Reis 18:21

35·Porque as escrituras não podem ser mudadas
Dan. 6:8

36·Deus é o autor da lei
 Exô. 20:3

37·Porque o 4º mandamento mostra autoridade do domínio do autor da lei
Exô. 20:8-11

38·Serão salvos os que guardam os mandamentos e tem a fé de Jesus
 Apoc. 14:12

39·Porque satanás está tentando o povo a não guardar os mandamentos
 Apoc. 12:17

40·Porque a lei é imutável
João 3:16, I Cor. 15:3, Ecle. 12:13-14, Tiago 2:8


41·Porque a lei é santa, justa e boa
Rom. 7:12

42·Porque a guarda da lei é uma prova de amor para com Jesus
 João 14:15, 15:10, I João 2:5, 5:2

43·Porque se gardamos todos e tropeçamos em um só nos tornamos culpados de todos
Tiago 2:10-12
44·Porque o apostolo paulo pregava na sinagoga no sábado
Atos 18:4

45·Porque o sábado hoje é válido
I João 2:7

46·Porque Deus não muda
Malaq. 3:6

47·Porque é o sinal de Deus com o seu povo
Ezeq. 20:12

48·Porque é o sinal dos que terão a vida eterna
Mat. 19:16-19

49·Porque o Sábado foi feito por Deus
Exô. 31:18

6 de fev. de 2011



Texto Bíblico: Mateus 6:9-15
Cristão: 
Pai nosso que estais no céu…
Deus: 
Sim? Estou aqui.
Cristão: Por favor, não me interrompa, estou orando!
Deus: 
Mas você me chamou!
Cristão: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou orando. 
Pai nosso que estás no céu…
Deus:
 Aí, você chamou de novo.
Cristão: Fiz o que?
Deus: 
Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?
Cristão: Mas eu não quis dizer isso. É que estou orando. Oro o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem orando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo…
Deus: 
Mas como pode dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como pode dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?
Cristão: É, realmente ainda não havia pensado nisso.
Deus: 
Mas, prossiga sua oração.
Cristão: 
Santificado seja o Vosso nome…
Deus:
 Espere aí! O que você quer dizer com isso?
Cristão: Quero dizer…quer dizer, é… sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!
Deus:
 Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.
Cristão: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO .”
Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu…”
Deus: 
Está falando sério?
Cristão: Claro! Por que não?
Deus: 
E o que você faz para que isso aconteça?
Cristão: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.
Deus: 
Tenho controle sobre você?
Cristão: Bem, eu freqüento a igreja!
Deus: 
Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica à Mim?
Cristão: Por favor. Pare de criticar!
Deus: 
Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que oram, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.
Cristão: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito…
Deus: 
Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.
Cristão: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: 
“o pão nosso de cada dia nos daí hoje…”
Deus: 
Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembra-te daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!
Cristão: 
“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido…”
Deus: 
E o seu irmão desprezado?
Cristão: Está vendo? Olhe Senhor, ele me já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
Deus: 
Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transformado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?
Cristão: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
Deus: 
Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.
Cristão: Pode? Mas como?
Deus: 
Perdoa seu irmão, Eu perdoarei você e o aliviarei.
Cristão: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
Deus: 
Então não me peça perdão também!
Cristão: Mais uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem; eu perdôo a todos, mas ajuda-me Senhor. Mostra-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
Deus: 
Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?
Cristão: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
Deus: 
Ainda não terminamos a oração. Prossiga…
Cristão: 
“E não deixeis cair em tentações, mas livra-nos do mal…”
Deus: 
Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.
Cristão: O que quer dizer com isso?
Deus: 
Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!
Cristão: Não estou entendendo!
Deus: 
Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre a me pedir socorro.
Cristão: Puxa, como estou envergonhado!
Deus: 
Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!
Cristão: Estou com muita vergonha, perdoa-me Senhor!
Deus: 
Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.
Cristão: Terminar? Ah, sim  
“Amém!”
Deus: 
O que quer dizer amém?
Cristão: Não sei. É o final da oração.
Deus: 
Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM quer dizer: assim seja, concordo com tudo que orei.
Cristão: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.
Deus: 
Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençôo-te e fica com minha paz!
Cristão: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.




Extraído do site Amp746

12 de jan. de 2011


Não importa quem sois... o Senhor vos abençoou com faculdades intelectuais suscetíveis de muito melhoramento. Cultivai vossos talentos, com perseverante fervor. Educai e disciplinai a mente mediante o estudo, a observação e a reflexão. Não podeis alcançar a mente de Deus a menos que ponhais em uso todos os poderes. As faculdades mentais se fortalecerão e desenvolverão se vos puserdes a trabalhar no temor de Deus, com humildade e com fervorosa oração. Um propósito resoluto operará milagres. 
Life Sketches, pág. 275.

Na obra de resgatar as almas perdidas que perecem, não é o homem quem executa a tarefa de salvá-las; Deus é quem com ele trabalha. Tanto Deus como o homem atuam. “Sois coobreiros de Deus.” Temos que trabalhar de diferentes maneiras e idear métodos vários, e permitir que Deus atue em nós para revelar a verdade e revelá-Lo a Ele como Salvador que perdoa o pecado. Carta 20, 1893.
Instemos a tempo e fora de tempo, admoestando os jovens, intercedendo junto aos pecadores, manifestando o amor que Cristo teve para com eles. Ao brotar dos lábios do pecador: “Oh! os meus pecados, meus pecados; temo que sejam demasiado grandes para serem perdoados!” animai-lhes a fé. Exaltai a Jesus, mais e mais, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1:29. Ao ouvir-se o clamor: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador”, (Luc. 18:13) encaminhai a alma ao refúgio de um Salvador que perdoa o pecado. Manuscrito 138, 1897.
Ao nos empenharmos de todo o coração na obra, estamos estreitamente aliados com os anjos; somos coobreiros dos anjos e de Cristo; e há uma afinidade entre o Céu e nós, uma afinidade santa e elevada. Aproximamo-nos um pouco mais do Céu, um pouco mais dos anjos, um pouco mais de Jesus. Empenhemo-nos, pois, nesta obra, com todas as nossas energias.
Não vos canseis no trabalho. Deus nos ajudará. Os anjos nos ajudarão; porque esse é o seu trabalho, e precisamente o trabalho com que estão buscando inspirar-nos. …
Este é um trabalho em que tendes que empenhar-vos diligentemente; e ao encontrardes uma ovelha tresmalhada, chamai-a para o redil; e não a abandoneis sem que a vejais ali abrigada em segurança. Praza ao Céu que o Espírito que estava em nosso divino Senhor repouse sobre nós. Isto é o que precisamos. Diz-nos Ele: “Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei.” João 13:34. Saí em busca das ovelhas perdidas da casa de Israel. Manuscrito 141.
Com uma mão devem os obreiros apoderar-se de Cristo, enquanto com a outra devem apanhar pecadores e atraí-los ao Salvador. Review and Herald, 10 de setembro de 1902.
Extraído do site
Reavivamento e reforma

Para você que quer descobrir o significado dos símbolos do Apocalipse:
Tabelinha de Conversão Profética
Animal
Rei ou Reino
Daniel 7:17 e 23
Mulher
Igreja
Efésio 5:23-32
Águas
Povos
Apocalipse 17:15
1 Dia
1 Ano
Ezequiel 4:6-7 e Números 14:34
Ventos
Guerras
Jeremias 51:1-5
Chifre
Poder, Rei ou Reino
Apocalipse 17:12
Tempos
Anos
Daniel 11:13
Dragão
Diabo
Apocalipse 12:9
Cordeiro
Jesus
João 1:29
Cauda
Falso Profeta
Isaías 9:15
Estrelas
Mensageiros
Apoc. 12:4 e Daniel 12:3
Apocalipse
Revelação
Apocalipse 1:1

EXTRAIDO do site Arena do Futuro
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